Programa contra a opressão gera repercussão

O programa eleitoral de TV contra a opressão sexual e o machismo, que foi ao ar no dia 26, teve forte repercussão na grande imprensa. Aberto pela candidata a vice-presidente, Cláudia Durans, fez críticas à violência contra as mulheres, estabelecendo ligação entre a opressão machista e o capitalismo.

O programa denunciou os crimes machistas cometidos contra Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, e Mércia Nakashima. “As mortes de Eliza e Mércia são um retrato da impunidade. A Lei Maria da Penha não protegeu Elisa, como não protege as mulheres trabalhadoras, negras e pobres. O racismo ainda é forte no Brasil”, afirmou Cláudia.
Em seguida, Zé Maria lembrou que “a luta contra todas as formas de opressão é parte fundamental do programa socialista”. Enquanto isso, apareciam no vídeo cartazes com frases como “não há capitalismo sem homofobia” e fotos de casais homossexuais se beijando.

O programa foi bastante comentado por vários sites e colunistas do país. O colunista do jornal “O Globo” Artur Xexéu, depois de elogiar o programa, comentou em seu blog: “bem que Glória Perez tentou, mas a primazia de fazer a Globo carioca exibir um beijo gay no horário nobre será para sempre do PSTU”.

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