Slide ALTERNATIVA E REVOLUCIONÁRIA

ALTERNATIVA
SOCIALISTA

SOCIALISTA

NOSSOS CANDIDATOS A PREFEITO

Você pode buscar pelo nome do candidato ou nome da cidade

Vera & Lucas

Candidatos à prefeitura de São Paulo (SP)

Cyro & Elisa

Candidatos à prefeitura no Rio de Janeiro (RJ)

Wanderson & Firminia

Candidatos à prefeitura em Belo Horizonte (MG).

Júlio Flores & Vera Rosane

Candidatos à prefeitura em Porto Alegre (RS).

Hertz & Jayro

Candidatos à prefeitura em São Luís (MA)

Janaine & Cláudio

Candidatos à prefeitura em São João Del Rei (MG)

Cléber & Seu Alex

Candidatos à prefeitura de Belem (PA)

Rama Dantas & Lissandro

Candidatos à prefeitura em João Pessoa (PB)

Vera & Lucas

Vera Lucia Salgado (53) é fundadora do PSTU e tem uma trajetória de décadas de atuação no movimentos sociais. Nascida em uma família pobre, no Sertão de Pernambuco, trabalhou como garçonete, faxineira e datilografa. Começou sua trajetória no movimento sindical, após se tornar operária da indústria de calçados, aos 19 anos de idade. Tornou-se diretora do Sindicato da categoria e chegou a atuar na Federação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Têxtil. Graduou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Sergipe.

Em 1992, somou-se na luta pela fundação do PSTU, após ser expulsa do Partido dos Trabalhadores (PT), por defender, com um grupo de militantes, o impeachment de Fernando Collor, contra a orientação do grupo majoritário de José Dirceu e Lula. Vera já foi candidata ao governo de Sergipe, à prefeitura de Aracaju e a uma vaga à Câmara Federal. Em 2018, concorreu à Presidência da República na chapa do PSTU junto com Hertz Dias, formando a única chapa 100% negra e nordestina naquela eleição.

Na eleição de 2020, Vera será a única mulher negra candidata à prefeitura de São Paulo.

Lucas Shimabukulo (38) é professor de História da rede pública municipal, na Zona Sul de São Paulo, (EMEF Synésio Rocha), região do Campo Limpo. Graduou-se em História e é Mestre em Educação, Linguagem e Psicologia, ambos pela USP.

Desde 2011 é militante do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), e atua principalmente nas lutas das periferias da Zona Sul, e por uma educação pública e de qualidade.

Professo Lucas defende um governo socialista, em que os trabalhadores, e não os ricos, governem através de conselhos populares. “Essa luta é internacional, e tem à frente os setores mais oprimidos da classe: negros, mulheres, LGBTs, e imigrantes – com minha família, que veio quase 100 anos atrás do Japão e de Okinawa”, disse o pré-candidato a vice-prefeito de São Paulo pelo PSTU.

Cyro & Elisa

Eu sou o Cyro Garcia, um mineiro de Manhumirim, Minas Gerais, criado desde os 6 anos no Rio de Janeiro. Cresci em Vista Alegre, subúrbio da cidade e vivo há muitos anos em Vila Isabel. Meu pai trabalhava como motorista de caminhão e a minha mãe como costureira. Tenho um filho de 24 anos, o jovem compositor Danilo Alegre, e sou casado com Luciene Medina, minha companheira a mais de dez anos.

Sou bancário aposentado e trabalho hoje como professor universitário, mas não deixei de atuar na categoria, através Movimento Nacional de Oposição Bancária. E sigo como militante da CSP Conlutas e do PSTU.

Formação

Sou formado em Direito pela Faculdade Nacional de Direito (FND/ UFRJ), onde entre em 1974. E foi apenas estudando para prestar vestibular que entendi que vivíamos em uma Ditadura. A primeira atividade política consciente em que participei foi uma reunião para discutir apoio a candidatura de Lysâneas Maciel, advogado trabalhista que foi eleito deputado pelo MDB, na casa do jornalista Hélio Fernandes Filho. E a partir de então comecei a participar de uma série de atividades. Participei da reabertura do Centro Acadêmico, o CACO, e fui eu mesmo que sugeri o nome do jornal que passamos a publicar, o BRECHA, e o nome era uma ironia sobre a abertura política gradual no regime.

Anos depois de formado decidi voltar a estudar e compreender o processo que se deu com o PT. Fiz mestrado e doutorado em História, na Universidade Federal Fluminense, a UFF, e em 2011 publiquei o livro “PT: de oposição à sustentação da ordem”, fruto da minha pesquisa.

Antes de entrar para a faculdade eu já participava com meus irmãos de um grupo de teatro amador chamado Quebra-Cabeça, e na FND eu segui participando de atividades culturais no Teatro de Resistência dos Alunos de Direito, o TRALD. Nessa época eu frequentava a Sociedade de Intercâmbio Cultural Brasil-África, a SIMBA, que funcionava no bairro do Rocha, e onde eu tive meu primeiro contato com as questões raciais e o Movimento Negro.

Movimento Sindical e a Consciência de Classe

Mas foi no Movimento Sindical que a minha consciência dá um salto. Em 1976 eu passei por concurso público para o Banco do Brasil. Eu já era bancário antes disso, no Banco União Comercial, que posteriormente foi adquirido pelo Itaú, mas foi no BB que comecei de fato a militar. Foi no banco que me aproximo de alguns militantes da Liga Operária, uma organização trotskista clandestina que apostava na organização da classe trabalhadora para derrotar a Ditadura, e que mais tarde vem a se tornar o PSTU.

Naquela época o Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, assim como muitas outras entidades país afora, estava sob intervenção do governo. Eu fazia parte da Frente de Oposição Sindical Bancária, uma organização clandestina formada pela Liga Operária e o Movimento de Emancipação do Proletariado, duas organizações clandestinas.

A primeira greve que participei foi em 1979, e me destaquei como dirigente, fui enquadrado na Lei de Segurança Nacional e foi até mesmo expedido um mandado de prisão contra mim. Não cheguei a ser preso, mas respondi a um processo por conta disso.

Em 1981 participei da fundação do PT e fui como delegado à 1ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, o CONCLAT, que vai ser o embrião para a fundação da Central Única dos Trabalhadores, a CUT, em 1983.

Quando voltamos a ter eleições para o Sindicato de Bancários, em 1982, eu passo a fazer parte da direção da entidade. Era uma chapa da CUT, encabeçada pelo Ronald Barata, e a primeira vitória de uma série de eleições sindicais que as chapas ligadas a CUT foram conquistando. Nós fizemos uma mudança radical no perfil do movimento sindical no Rio de Janeiro.

Acabei sendo preso novamente em 1986, junto com outras lideranças da Greve Geral. No ano seguinte passei a fazer parte da Executiva Nacional da CUT, participei da executiva da Central por três gestões.

Fui eleito presidente do Sindicato dos Bancários na gestão de 1988 a 1991, e na eleição seguinte perdemos para uma outra chapa que também era da CUT. Com os ataques a classe trabalhadora durante o governo Fernando Henrique, a gestão do Sindicato à época e nossa corrente montam uma chapa de unidade, e volto a ser parte da direção do sindicato em 1997.

Em 2004 nós fizemos uma grande greve na categoria a partir da revolta da base, que passou anos sem reajuste. E parte da direção, mais empenhada na defesa do governo de Lula no que nos interesses da categoria, se opôs a esse movimento. Isso nos levou a romper com esse setor e a construir o Movimento Nacional de Oposição Bancária. O mesmo processo se dava em diversas categorias, principalmente nas ligadas ao serviço público, o que levou diversos setores cutistas a romperem com a Central e a formar a CONLUTAS, que mais tarde se tornou CSP Conlutas

Da Liga ao PSTU

A nossa organização, a Liga Operária, sai da clandestinidade em 1978, assumindo o nome de Partido Socialista dos Trabalhadores e convocando os socialistas a construir uma nova organização. No ano seguinte, aglutinando mais alguns setores marxistas, formamos uma organização legal chamada Movimento pela Convergência Socialista, que impulsiona a formação do PT, e atua dentro desse partido como uma corrente interna, a Convergência Socialista.

A Convergência era o nosso partido. Nós tínhamos uma sede própria, independente do PT,e publicávamos nosso próprio jornal. É como PT foi construído, com diversas organizações independentes se aglutinando em uma frente em defesa dos trabalhadores.

Entre 1992 e 1993 eu assumi como deputado federal por 10 meses. Eu era suplente e o Jamil Haddad, que era deputado pelo PT ligado a um outro setor, foi nomeado ministro no governo do Itamar Franco. A nossa bancada da Convergência Socialista duplicou, passamos a ser dois deputados, eu e o Ernesto Gradella, de São Paulo. Inclusive fomos nós os únicos dois votos contra a criação da famigerada CMPF.

Nós, da Convergência, fizemos uma forte campanha pelo Fora Collor, defendendo eleições gerais imediatas. Fizemos isso contrariando a direção majoritária do PT, que acreditava que seria possível eleger o Lula na eleição seguinte e já seguia uma linha de conciliação de classes. Esperavam desgastar o governo para disputar melhor as próximas eleições, como seguem fazendo até hoje.

A Convergência Socialista foi expulsa do PT. E aglutinando outros setores, construímos o PSTU. Uma alternativa classista e socialista para a organização da classe.

Wanderson & Firminia

Wanderson Rocha é militante do movimento negro, professor da Rede Municipal de Ensino da Prefeitura de Belo Horizonte. É membro do conselho municipal de educação e esta atualmente licenciado.

Formou-se em Pedagogia pela Universidade do Estado de Minas Gerais, com Especialização em Gestão Escolar pela Universidade Federal de Ouro Preto.

Concluiu o seu Mestrado em Sociologia pela Universidade Federal de Coimbra, em Portugal.

Faz parte da Executiva Estadual da Central Sindical e Popular CSP-Conlutas, atualmente licenciado. Compõe a Direção Municipal do PSTU em Belo Horizonte.

É um trabalhador que sempre dedicou sua vida à luta dos oprimidos e explorados, adquirindo uma grande experiência nos movimentos de luta contra o racismo e também nos movimentos estudantil e sindical.

Firminia Rodrigues, 39 anos, a 13 anos é militante do PSTU. Formada em licenciatura pela UFMG, atuou no movimento estudantil universitário e hoje atua na militância contra  as opressões à mulheres, negros e negras e LGBTs. Compõe  o Movimento Mulheres em Luta, que atua na luta contra o machismo na sociedade. Defende uma prefeitura baseada na criação de conselhos populares que decidirão seus rumos e orçamentos, além da luta pela construção de uma outra sociedade, socialista.

Júlio Flores & Vera Rosane

Julio Flores, 61 anos, é professor de matemática das redes estadual gaúcha e municipal de Porto Alegre e dirigente licenciado do 38º Núcleo do CPERS-Sindicato. Nascido em São Borja, foi várias vezes candidato pelo PSTU, onde está desde sua fundação. É presidente estadual do PSTU. Ajudou a fundar o PT, do qual foi expulso em 1992 junto com os demais integrantes da Convergência Socialista. Na juventude, fez movimento estudantil na escola onde estudou em São Borja e na PUC, em Porto Alegre. Foi bancário, tendo sido diretor do sindicato da categoria. Foi candidato em diversas oportunidades pelo PSTU, concorrendo a prefeito e senador, por exemplo. Nas eleições de 2018, foi candidato a governador.

Vera Rosane de Oliveira, 55 anos, é servidora aposentada da UFGRS. Graduada em Ciências Sociais pela PUC-RS, é mestre e doutora em movimentos sociais, trabalho e educação pela UFRGS. Ocupou diversos cargos na universidade, tendo como última colocação a direção da moradia estudantil. Começou sua militância política bem jovem, com apenas 15 anos. Foi parte da Coordenação Política da Assufrgs entre 1994 e 1996, participou do MNU (Movimento Negro Unificado), de onde saiu para fundar o Quilombo Raça e Classe – filiado à CSP-Conlutas – Central Sindical e Popular, no qual foi da Executiva Nacional do QRC. É integrante do Movimento Mulheres em Luta – também parte da CSP-Conlutas. Concorreu a vice-governadora em 2010 e a vice-prefeita em 2016, ambas pelo PSTU.

Hertz & Jayro

Hertz da Conceição Dias é natural de São José de Ribamar, tem 49 anos, é professor de História da educação básica da rede pública municipal e estadual. É cofundador do Movimento Hip Hop Quilombo Urbano, que existe desde 1989 e é umas mais antigas organizações de Hip Hop do Brasil, e do Movimento Hip Hop Quilombo Brasil. “Foi esse movimento que me fez voltar a estudar aos 23 anos e aos 27, logo depois de concluir o antigo segundo grau, fui aprovado no vestibular de História da UFMA”, conta o professor Hertz.

Militante do PSTU desde 2010, em 2018, Hertz foi candidato a vice-presidente na chapa de Vera Lúcia, “a primeira chapa 100% negra e nordestina da história do país numa disputa presidencial”, conta. Este ano, ele pode ser o único candidato negro a concorrer para administrar a capital brasileira que possui, segundo o IBGE, cerca de 750 mil pessoas negras e pardas.

Nosso programa para São Luís trata-se de governar a cidade para os trabalhadores. Por que não um governo para os trabalhadores? Achamos que é hora de mudar a chave. Se eleitos, vamos organizar os Conselhos Populares formado por trabalhadores de todas as áreas. Se os trabalhadores decidirem que será um gari que, junto com outros garis, vai gerir os serviços de limpeza do município, sim, serão eles, porque não? Se os conselheiros da Educação indicarem uma merendeira, um porteiro e uma professora da educação infantil para reapresentá-los no Conselho da Educação, sim serão esses trabalhadores e trabalhadoras que os representarão, e assim por diante. A situação de degeneração do capitalismo faz com que as pessoas passam a dar mais atenção ao nosso programa. O que antes era visto como loucura ou algo irrealizável, agora é visto como alternativa diante de um sistema doente e irracional, como é o capitalismo”. Afirma Hertz Dias.

Janaine & Cláudio

Janaine Carvalho Ferreira é filha de trabalhadores rurais, nascida em Viçosa-MG, viveu sua infância e juventude em Paula Cândido-MG. Formada em pedagogia pela UFV onde durante a graduação foi atuante no movimento estudantil. Há anos é uma lutadora em defesa da educação pública e dá classe trabalhadora. É professora da rede municipal de São João del-Rei-MG desde de 2008. Começou a atuar na rede estadual de ensino em 2006. Em 2014, participou ativamente na greve da rede municipal, passou a ser reconhecida em toda na cidade e região como uma liderança na educação. Sua trajetória na educação e militância em defesa dos trabalhadores a fez se aproximar do Movimento de Mulheres em Luta – MML onde passa a atuar na luta em defesa das mulheres. Entre 2015 e 2017, foi diretora do Centro Solidário de Educação Infantil (creche municipal). Eleita em 2017, participou ativamente das lutas contra a reforma da previdência. Neste ano também, foi eleita como representante da rede municipal de ensino para atuar junto ao Sind-UTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação). Em 2018, foi candidata à deputada estadual pelo PSTU. Em 2019, é eleita junto com a chapa “Mudança de Verdade” para a direção da Subsede do Sind-UTE de São João del-Rei e região. Na direção do Sind-UTE, assume a coordenação do sindicato.

Cláudio Raimundo Guimarães tem 53 anos, casado, pai de três filhos, é  natural de São Tiago, cresceu em Conceição da Barra de Minas, trabalhou na construção civil em Campo Belo e vive em São João del Rei desde 1992. Trabalha desde então como operário têxtil na cia São Joanense assumindo a direção do sindicato Sintratêxtil em 2019 quando também ingressou nas fileiras do PSTU. Cláudio tem uma história de participação ativa e voluntária  em serviços comunitários aos moradores de baixa renda e adolescentes em condições de risco no bairro onde mora, São Geraldo, e Dom Bosco.

Cléber & Seu Alex

Cléber Rabelo tem 47 anos, é operário da Construção Civil há 22 anos. Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belém. Está há mais de 15 anos no PSTU.

Em 2010 foi sua primeira candidatura a Govermo do Estado com mais de 41 mil votos. Foi eleito Vereador de Belém, no mandato de 2013 a 2016. Esteve na luta da classe trabalhadora, na defesa dos trabalhadores durante a greve de Belo Monte – Altamira/PA.

Apresentou como principal Projeto de Lei a redução dos salários dos Vereadores, Prefeitos e Secretários do munícipio, para ganhar salário igual de um professor, o que não foi aprovado pelos demais vereadores. Passou pelo parlamento sem se envolver no mar da corrupção que este ambiente está atolado.

Um operário lutador e militante no combate à exploração e opressão, em prol da Revolução socialista!

Seu Alex é transexual. Tem 55 anos, uma filha e dois netos e está pela segunda vez candidato para concorrer uma Eleição pelo PSTU, sendo a primeira como vice-prefeito.

É operário da construção civil há 31 anos. Atualmente é diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belém, e além das lutas para as conquista de melhores condições de vida para os operários, também se dedica a luta contra as opressões, contra a LGBTfobia.

Junto com Cleber esteve na luta pela classificação das mulheres operárias da construção civil para que sejam pedreiras, carpinteiras, etc, assim como acontece com os homens.

Rama Dantas & Lissandro

Rama Dantas é professora há mais de 20 anos e iniciou sua militância no movimento estudantil no final dos anos 80, foi dirigente do Grêmio do Liceu Paraibano e participou da reconstrução da UPES- União Pessoense dos Estudantes Secundaristas. Formada em Ciências Biológicas pela UFPB, esteve à frente das lutas dos professores da rede particular de ensino de 1990 a 2003.

Está no PSTU desde a fundação do partido, é militante do MML-Movimento Mulheres em Lutas, filiado à CSP CONLUTAS, também é integrante do grupo de oposição a direção do SINTEM-JP, Educadores em Luta

Desde 2009 é professora da rede municipal de ensino de João Pessoa, onde está presente nas lutas da categoria em defesa de melhores condições de trabalho e da educação pública, gratuita, laica e de qualidade. Na sua militância, a condição de mulher e educadora sempre foi fundamental, dessa forma, a luta pela educação e pelo fim da opressão à mulher, sempre estiveram presentes.

Sua candidatura à prefeitura em 2020 apresenta-se como uma alternativa feminista, negra, classista e socialista para João Pessoa, que denuncia os candidatos vinculados aos ricos e poderosos e, ao mesmo tempo, propõe um programa que prioriza as necessidades da classe trabalhadora, das mulheres, dos negros e negras, dos LGBTQI+ partindo de suas principais reivindicações sobre saúde, educação, segurança e o combate a toda e qualquer forma de opressão rumo a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Lissandro é professor da rede pública estadual e do município de Santa Rita, é militante do Quilombo Raça e Classe organização filiada a CSP CONLUTAS.

Junto com Rama Dantas e a nossa classe construiremos uma João Pessoa amparada nos conselhos populares que irão definir as verdadeiras prioridades e necessidades de nossa classe.

 

NOSSOS CANDIDATOS A VEREADOR

Você pode buscar pelo nome do candidato ou nome da cidade

Vanessa Portugal – 16123

Candidata à vereadora em Belo Horizonte (MG)

Toninho Ferreira – 16123

Candidato à vereador em São José dos Campos (SP)

Jordano Metalúrgico – 16123

Candidato à vereador em São João Del Rei (MG).

Flávia Bischain – 16300

Candidata à vereadora em São Paulo (SP).

Lauro Fiaes – 16123

Candidato à vereador em São Paulo (SP)

Luciana – 16123

Candidata à vereadora em Natal (RN)

Jean Magno – 16116

Candidato à vereador em São Luís (MA)

Ivan Targino – 16123

Candidato à vereador em Congonhas (MG).

Alexandre – 16789

Candidato à vereador em Natal (RN)

Nicinha Durans – 16789

Candidata à vereadora em São Luís (MA).

Vanessa Portugal – 16123

Vanessa Portugal é professora da rede municipal e uma lutadora socialista. Participou ativamente das mobilizações e por reivindicações por direitos da categoria e das mais diversas lutas do povo dessa cidade.

Nesses mais de 20 anos de militância, enfrentou a investida de vários governos estaduais e municipais contra os direitos da classe trabalhadora. Atualmente, compõe a direção do Sind-rede, atualmente licenciada, e se coloca como oposição ao atual prefeito, Alexandre Kalil.

Faz parte do Movimento Luta Popular, que escancara a ganancia da especulação imobiliária e a política de moradia que exclui a maioria dos pobres.

Também faz parte da CSP-conlutas, central sindical e popular que se coloca na oposição a todos os governos que atacam o direito dos e das trabalhadoras.

Nessa sociedade capitalista, que mata e agride mulheres, negros/as e LGBTs , a luta contra as mais diversas formas de opressão é parte essencial de seu enfrentamento diário.

Toninho Ferreira – 16123

Dirigente histórico da esquerda socialista, Toninho Ferreira tem uma vida dedicada à defesa da classe trabalhadora e suas reivindicações por emprego, direitos, moradia e contra a desigualdade social.

De origem operária, trabalhou na GM e na Embraer. Participou das grandes greves da década de 1980 e presidiu o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e região.

Foi liderança na Ocupação do Pinheirinho, que por oito anos foi um exemplo da capacidade de luta e organização do povo pobre.

Em 2012, foi o quinto mais votado para vereador em São José dos Campos, não sendo eleito em razão das regras eleitorais anti-democráticas. Em 2014, ficou como suplente de deputado federal.

Seu mandato socialista será um forte ponto de apoio para as lutas e organização dos trabalhadores e povo pobre da periferia em São José dos Campos.

Jordano Metalúrgico – 16123

Jordano Carvalho dos Santos, 41 anos, casado, é  pai de três filhos, nascido e criado em São João del Rei no bairro de  Matosinhos. Jordano tem formação técnica em segurança do trabalho é metalurgico há 21 anos, como operador na empresa Bozel, dirigente do sindicato dos metalúrgicos licenciado e um lutador incansável da classe trabalhadora, tendo importante participação na história da Federação Sindical e Democrática dos Metalúrgicos de MG  e na central sindical e popular CSP – Conlutas Estadual e Nacional. Se dedica ao papel de articular os sindicatos da região em torno da União Sindical e na organização e mobilização dos trabalhadores de base por segurança, saúde e condições de trabalho dignas. Já compôs e contribuiu com diversos clubes de futebol da cidade sendo atualmente presidente desincompatibilizado do Social F.C.

Como militante do PSTU há 15 anos, foi candidato a prefeito ( 2012 – 2016), deputado federal (2014) e governador (2018), se colocando a serviço de um projeto de transformação da sociedade.

Flávia Bischain – 16300

Meu nome é Flavia Bischain. Sou professora da rede pública na Brasilândia, bairro onde cresci e vivo até hoje. Estou candidata à vereadora pelo PSTU porque é preciso dar um basta na exploração e nos crimes que a burguesia comete na periferia.
Há 04 anos os governantes prometem entregar o Hospital da Brasilândia e mesmo na pandemia só uma pequena parte foi inaugurada. As obras paralisadas do metrô são outro símbolo do desprezo por quem mora na região. Sem falar no histórico abandono das nossas escolas e no desemprego crônico por aqui. O Estado está ausente quando se trata de garantir nossos direitos, mas nunca falha quando se trata de tirá-los: a polícia sempre vem, não para garantir segurança e sim mais violência contra a juventude negra.
Minha campanha vai dizer que nossa luta pode mudar tudo isso. Votar no PSTU em São Paulo é mais do que digitar um número na urna. É fortalecer uma alternativa socialista sem rabo preso com a elite.

Lauro Fiaes – 16123

Lauro Fiaes (38) é operário, negro e socialista. É dirigente licenciado do Sindicato dos
Trabalhadores da Alimentação e Laticínios de São Paulo. É também professor licenciado da
rede pública estadual. Morador de Guianases, Zona Leste da capital.

Nesta pandemia, restou à classe operária enfrentar a irracionalidade do capitalismo, os
ataques patrocinados pelos patrões e governos, que resultaram na redução da renda, perda direitos, desemprego, contaminação e morte. Para os negros, que moram na periferia, aumentou inescrupulosamente a violência policial”, disse Lauro durante o ato político do PSTU realizado no último sábado (12).

A campanha de Lauro Fiaes será feita coletivamente junto a classe operária e à periferia, levantando as bandeiras do povo negro. “Sou candidato pelo PSTU para apresentar uma
alternativa socialista revolucionária para mudar os rumos de uma sociedade que ao povo
negro, pobre e trabalhador reserva apenas a barbárie”, concluiu o pré-candidato.

Luciana – 16123

Oi, pessoal! Tudo bem?

Estou aqui para anunciar minha candidatura pelo PSTU a vereadora de Natal. Sou professora da rede pública Municipal e da rede Estadual. Nasci e me criei no Bairro das Quintas, no seio de uma família que sempre esteve presente na história política do nosso bairro. Foi dessas raízes políticas que meus caminhos me levaram ao PSTU. Partido no qual a defesa de uma sociedade justa e igualitária encontra a força de um programa revolucionário.

Atuo na luta sindical em defesa da educação pública, no movimento de mulheres e contra todo tipo de exploração e opressão. Nessas trincheiras da luta cotidiana, sigo defendendo os direitos da classe trabalhadora e me fortaleço a cada batalha e a cada disputa.

É nessa perspectiva que eu convido você a construir conosco nossas propostas pensando e lutando por uma Natal para os trabalhadores, com garantia de direitos e respeito às diversidades, raça, gênero e sexualidade.

Estou colocando meu nome à disposição nestas eleições para as amigas e os amigos, companheiras e companheiros de trabalho, lutadoras e lutadores que estão lado a lado comigo nas lutas. Nossa candidatura é uma alternativa socialista para a Câmara Municipal de Natal e para a população que deseja uma cidade organizada e pensada para atender as necessidades da nossa classe.

Vamos [email protected]! Seguiremos nas lutas!

Contamos com vocês!

Jean Magno – 16116

Jean Magno Moura de Sá tem 47 anos; natural de São Luís; pai de dois filhos com sua companheira Ana, que conheceu ainda na universidade, há quase 25 anos. 

É servidor público federal, graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão – UFMA e Mestre em Educação pela Universidade de Brasília – UnB; foi técnico-administrativo entre o período de 1994 a 2009 da antiga Escola Agrotécnica Federal de São Luís, atual IFMA, campus Maracanã, localizado na zona rural de São Luís, onde atualmente é professor de Sociologia e Conflitos Socioambientais.

Começou sua militância política no movimento estudantil na UFMA, ainda na década de 1990. Foi representante estudantil junto ao Departamento de Informática e coordenador, por duas gestões, do Centro Acadêmico de Ciência da Computação. Em 1996, comecei a cursar Ciências Sociais, onde também fiz parte da diretoria do Centro Acadêmico “Florestan Fernandes”. Fui Coordenador do Diretório Central dos Estudantes e representante estudantil junto à Comissão Permanente do Vestibular (COPEVE). 

Ao ingressar como técnico administrativo no serviço público federal na antiga Escola Agrotécnica, em 1994, iniciou sua militância no movimento sindical, sendo eleito delegado de base do órgão e posteriormente integrado à diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Federais (SINDSEP-MA). Em 2005, junto a outros/as companheiros/as ajudou a fundar a seção sindical do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional no Maranhão, o SINASEFE EAFSL, atualmente Seção São Luís Maracanã, onde ainda é filiado e já ocupou diversos cargos, de coordenador geral a conselheiro fiscal. 

O SINASEFE foi um dos primeiros sindicatos a construir a Coordenação Nacional de Lutas que posteriormente transformou-se em Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), da qual faz parte da Secretaria Executiva Estadual no Maranhão. Atualmente, também participa do “Movimento de Defesa da Ilha”, que reúne diversos militantes da causa ambiental na ilha de São Luís, sobretudo na defesa da zona rural.

Apesar de já conhecer o PSTU há bastante tempo, particularmente desde a época do movimento estudantil na UFMA, e de ter participado de várias lutas lado a lado com seus militantes, entrei no partido somente em 2014. Durante esse tempo de experiência no partido chegou a integrar a direção da regional São Luís e disputou a eleição de 2016 na condição de candidato a vice-prefeito na chapa majoritária da camarada Cláudia Durans. 

“Não querem que discutamos a realidade desigual, opressora e injusta do nosso país. Querem jogar a sujeira para baixo do tapete para que tudo fique como está. Não temos ilusão com a falsa democracia burguesa e nem com o capitalismo e as possibilidades de reforma das suas contradições. Nesse sentido, participamos das eleições para denunciar que esse sistema só beneficia os ricos e para reafirmar que nossa classe e o povo pobre sempre conquistaram suas mais importantes vitórias na base da luta. Por essas e outras questões pensamos que é importante São Luís ter na câmara municipal um vereador revolucionário e socialista que poderá potencializar e ajudar na organização das lutas dos de baixo contra os de cima.” Afirma Jean.

Alexandre – 16789

Oi gente!! Como vai?

Sou trabalhador do DETRAN-RN e estou anunciando minha candidatura pelo PSTU a vereador de Natal. Nasci e me criei na Vila Lustosa, precisamente na Rua Iris, na Cidade Alta. Sou de uma família simples, formada por trabalhadores. Meu pai foi servidor dos Correios e minha mãe, professora da rede estadual, lecionando na Escola Prof. João Tibúrcio.

Desde 1989 tenho abraçado as lutas, juntamente com meus e minhas companheiros (as) do DETRAN-RN, como também de várias categorias. Sou dirigente licenciado do SINAI, o sindicato dos trabalhadores da Administração Indireta do RN. Também sou membro, agora licenciado, da Executiva da CSP-CONLUTAS, uma central sindical e popular que luta em defesa de direitos da nossa classe.

Foi nesse caminho das lutas que encontrei o PSTU, um partido que resgata o melhor da tradição histórica da classe trabalhadora e demais setores explorados e oprimidos. Lutamos por uma sociedade justa, socialista, na qual os trabalhadores governem o município, o estado, o país e o mundo, já que somos nós que produzimos toda a riqueza da sociedade.

Assim como nas lutas do dia a dia, como greves, manifestações, campanhas salariais, etc., nas eleições também devemos nos apresentar e propor um programa socialista para nossa classe. É importante termos mandatos comprometidos com a luta de nosso povo, que não sejam financiados por empresários, que tenham independência de classe e estejam ao lado dos (as) trabalhadores (as), mulheres, negros, LGBT’s.

Achamos que a mudança se dá com a organização e a luta da nossa classe. Saúde pública, educação, transportes coletivos, entre outros direitos sociais, são colocados nessa sociedade capitalista como mercadoria. Os governos e seus parlamentos transformam os entes públicos num balcão de negócio para se ganhar muito às custas da grande maioria que sobrevive sem quase direito nenhum.

Um mandato socialista do PSTU, na Câmara Municipal, estará a serviço das lutas por direitos e por uma Natal para os (as) trabalhadores (as). É nesse sentido que coloco meu nome como uma alternativa para meus e minhas companheiros (as), amigos (as) e familiares!

E vamos juntos nessa luta!!

Nicinha Durans – 16789

Claudionice Alves Durans, conhecida como Nicinha Durans, tem 52 anos, 4 filhos e 2 netos. Nascida no território quilombola urbano da Liberdade e com origem quilombola rural do Quilombo Rio da Prata – Perimirim, Baixada Maranhense.

Iniciou sua militância no Grupo de Adolescentes da Liberdade e Floresta – GALF, da Paróquia de Santo Expedito/Liberdade, na capital maranhense. Militou no movimento estudantil secundarista no final da década de 80, onde ajudou a fundar a União Maranhense de Estudantes Secundaristas e também o Grêmio Estudantil do Liceu Maranhense, onde fez parte da 1º gestão, pós Ditadura Militar.

Participou do Movimento Universitário Negro, onde iniciou sua militância dentro da questão racial. Também é militante do Movimento de Hip Hop Quilombo Urbano e do Movimento de Hip Hop Militante Quilombo Brasil, entidade nacional de hip hop que é filiada à Central Sindical e Popular – CSP Conlutas, ambas entidades que também participou do processo de criação.

Esteve à frente das lutas dentro do Quilombo Urbano da Liberdade contra a violência policial, por saneamento básico, contra o racismo e pelo reconhecimento, por parte do Estado, do quilombo urbano através de certificação, que foi conquistado em novembro de 2019. 

Constrói o grupo de mulheres “Guerreiras da Resistência”, formado por mulheres do Movimento Quilombola do Maranhão – MOQUIBOM e da Gestão Quilombola do Quilombo Urbano da Liberdade.

Umas das fundadoras do PSTU, já participou de várias eleições com a sigla deste partido, concorrendo aos mais diversos cargos. Na última eleição foi candidata a vice governadora, na chapa com Ramon Zapata, candidato a governador do Estado.

“Após algumas discussões dentro do partido sobre nossa intervenção nas eleições municipais, sentimos necessidade de lançarmos uma candidatura feminina, negra, quilombola oriunda do território quilombola urbano da Liberdade. Daí minha candidatura que representa a luta da mulher negra quilombola. Por isso, coloco minha candidatura à Câmara de vereadores de São Luís como uma alternativa socialista e revolucionária.” Afirma Nicinha.

 

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