Por direitos, empregos, vacinação já, auxílio emergencial de no mínimo R$ 600

Fora Bolsonaro! A luta é em defesa da vida

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O 1º de maio é Dia de Luta Internacional da classe trabalhadora, uma data que marca nossa luta histórica contra o Capital e seus governos de plantão que atacam os direitos e a vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

No Brasil, já são quase 400 mil vidas arrancadas pela ação do governo genocida de Bolsonaro e dos patrões, que mantêm em funcionamento todas as atividades não-essenciais neste momento tão grave de pandemia.

A maioria das vidas arrancadas é formada pela nossa classe. São os trabalhadores que são lançados na mira da morte seja pelo vírus, seja pela fome.

Para enfrentar essa situação, é preciso fortalecer a luta do conjunto da classe trabalhadora. Por isso, a CSP-Conlutas, a Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora, e outras organizações do movimento sindical e popular estão construindo, em unidade de ação, o ato do 1º de Maio Classista, sem governo e sem patrão.

Não estaremos no ato convocado pelas demais centrais sindicais porque essas decidiram se somar àqueles que atacam a classe trabalhadora, como empresários e grande parte dos parlamentares e governadores. São os algozes da nossa classe que, no dia-a-dia, atacam as vidas, salários, direitos e empregos dos trabalhadores e trabalhadoras.

No ato classista do 1º de Maio, as bandeiras de luta são pela urgência da convocação de um lockdown nacional com garantia de emprego, direitos e salários dos trabalhadores; retorno imediato do auxílio-emergencial de no mínimo R%600 para que as famílias consigam sobreviver durante a pandemia; vacinação já para todos e a defesa do SUS; contra a reforma Administrativa que ataca os trabalhadores que atendem diretamente a população trabalhadora e os serviços públicos; despejo zero no campo e na cidade, por subsídios aos pequenos comerciantes da cidade e do campo.

Fortalecer a luta para derrotar o governo genocida de Bolsonaro é tarefa urgente. Não se pode simplesmente esperar por eleições em 2022 quando milhares da nossa classe estão morrendo agora.

Este manifesto tem por objetivo chamar os sindicatos, movimentos sociais e militantes que não sucumbiram à conciliação de classes a construir conosco um grande ato no 1º de Maio para fortalecer a luta contra os ataques do Capital e do governo genocida de Bolsonaro, as lutas urgente e imediatas da nossa classe e, acima de tudo, fortalecer a maior de todas as lutas: por uma sociedade sem explorados e exploradores, uma sociedade socialista.

As organizações e militantes que concordam com esse manifesto devem preencher abaixo e assiná-lo e, mais do que isso, participar da convocação do ato classista, de luta que acontecerá no 1º de Maio, das 11h às 13h, nas plataformas virtuais da CSP-Conlutas e da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora.

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