`Ceará: nossa hora vai chegar´

“Você está indo pra caminhada do Magela?”, questionou o cobrador do ônibus da linha “Planalto Ayrton Senna” quando Lucas, que vestia a camisa do PSTU, perguntou onde ficava a Rua Paranay. “Eu vi a propaganda na televisão, o ônibus passa em frente ao comitê”, completou o cobrador. Foi no domingo, dia 12 de setembro, que ocorreu a caminhada do candidato a deputado estadual pelo PSTU, o operário da construção civil, Geraldo Mano Magela.

A “propaganda” comentada pelo trabalhador rodoviário foi o programa veiculado no horário eleitoral convocando a caminhada partindo da casa de Magela, a terceira atividade realizada em bairros operários de Fortaleza desde o início da campanha eleitoral.

Mas o mais gratificante não foi saber que a convocatória tinha surtido efeito, mas o que veio durante a conversa entre os dois: “É que o ‘nosso’ partido, o partido do sindicato, tem que continuar nas lutas, que a nossa hora vai chegar”, disse o cobrador (e não o militante). Não faz dois meses que os rodoviários pararam a cidade de Fortaleza na primeira greve realizada nos últimos 10 anos. E desde a primeira hora a militância do partido se colou à luta dos cobradores e motoristas, participando de todas as paralisações, passeatas e assembléias. E iniciada a campanha eleitoral, o PSTU não se furtou de levar a seus programas o apoio à luta ainda não encerrada da categoria.

E assim como em todo o país tem sido assim a campanha do partido na capital cearense, colada às lutas e feita por dentro dos locais de trabalho e nos principais bairros operários de Fortaleza. A atividade no Planalto Ayrton Senna, bairro onde mora Magela, contou com a presença não só da militância e dos familiares, mas também de vários operários, em especial da construção civil. Operários como o servente Alex que declarou “meus candidatos são Nestor, Magela, Gonzaga e Zé Maria, porque tão sempre na luta com a gente”.

Também entre os operários que marcaram presença esteve Adrisio, metalúrgico caldeireiro que conheceu o PSTU naquela atividade a convite de seu vizinho, um operário da construção civil. “Dessa vez, eu vi a propaganda na TV, participei da passeata e o PSTU agora é meu partido do coração”, nos contou o caldeireiro.
É com a certeza de que o PSTU pode ser tornar o partido do coração de um sem número de trabalhadores que nossa campanha cresce semana a semana e nos confirma que sairemos muito fortalecidos destas eleições.

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