Um ato de luta

Ao final do Fórum, uma marcha combativa percorreu as ruas desta bela cidade de Quito. Como cão de guarda dos ianques, a violenta polícia de Lucio Gutiérrez, um governo já odiado pela maioria da população, bloqueou os caminhos que levavam à Embaixada dos EUA.

Milhares de jovens, de trabalhadores e trabalhadoras, assistidos com entusiasmo pelas pessoas que se aglomeravam nas calçadas ou jogavam papel picado dos edifícios ou gritavam cantos de luta, como: “Y no queremos, y no nos da la gana. Ser una colonia norte-americana” (Não queremos, não nos anima, ser uma colônia norte-americana”. Ou, a bandeira que arrancou mais aplausos: “Otro mundo es posible. Socialismo es lo que sigue” (Outro mundo é possível. Socialismo é o que se segue). 

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