… pra lutar!

… para que, mais fortes, os trabalhadores possam enfrentar os ataques que o governo Lula e os patrões vem desferindo, como o banco de horas, a flexibilização de direitos e as reformas neoliberais.

A luta contra a flexibilização dos direitos trabalhistas deve marcar as mobilizações no próximo período. Assim como ocorreu recentemente na General Motors de São José dos Campos (SP), onde a multinacional tentou impor o banco de horas, a ofensiva contra os direitos ocorre em vários setores, tanto público quanto privado.

A luta contra a redução de direitos e dos salários na GM, bem como a luta pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial deve ser um dos centros das mobilizações neste primeiro semestre. Na reunião, trabalhadores de outras categorias relataram que o banco de horas, a terceirização e a flexibilização de direitos vem se tornando numa política comum dos patrões em diferentes categorias, como acontece na construção civil do Pará.

Este tema, ao lado da luta contra a transposição do rio São Francisco, da luta em defesa do serviço públicos, contra a privatização e a terceirização da saúde e da educação, e da luta contra o Reuni e a reforma universitária devem compor as bandeiras gerais que estarão presentes em todas as mobilizações, seja nas manifestações gerais, seja nas lutas por moradia, campanhas salariais, etc.

Por isso, a reunião da Coordenação Nacional de Lutas aprovou o dia 1º de abril como dia unificado de luta e mobilização. A data não é coincidência e foi proposta pelos movimentos que integram a Frente contra a Transposição do Rio São Francisco. No dia da mentira, os trabalhadores denunciarão a grande farsa que são as políticas do governo Lula.

1º de maio classista
A reunião também discutiu a realização de um 1º de maio classista e de luta, fazendo um contraponto às festas realizadas pela CUT e Força Sindical, patrocinadas pelo governo e empresários. A Conlutas deverá fazer um chamado à Intersindical e demais setores de luta para impulsionar, nos estados, verdadeiros atos classistas em defesa dos direitos.

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