O que foi dito no encontro

Foram inúmeras as falas no encontro destacando a importância da unidade e o caráter histórico do encontro para a recomposição do movimento sindical, popular e estudantil. Confira alguma delas.

“Lula já escolheu seus heróis. São os usineiros e os empresários. Os nossos heróis seguem sendo os mesmos. Os cortadores de cana, os operários, os sem-terra e os sem-teto“.
JOSÉ MARIA, DA CONLUTAS

“É preciso reconhecer o papel que os companheiros do PSTU tiveram nesse processo inicial de reorganização do movimento sindical. E se esta unidade depender do PSOL tenham certeza que ela será construída“.
HELOISA HELENA(PSOL)


MANÁ MELATO, INTERSINDICAL

“É possível lutar. É preciso vencer. Há quatro anos, muitas pessoas diziam que não seria possível reagrupar a esquerda, que sair da CUT seria um suicídio, que os socialistas não poderiam se reorganizar. E hoje, aqui, nós demonstramos não só que é possível reorganizar a esquerda, como também é possível lutar e é possível vencer“
VALÉRIO ARCARY

“É um marco histórico para o movimento sindical e popular. Nesse sentido, acho que os companheiros do PSTU, que há algum tempo tomaram a iniciativa da construção da Conlutas, tiveram um papel importantíssimo de montar essa unidade que hoje se reflete aqui, unindo a Conlutas com a Intersindical e as federações”
BABÁ, EX-PEUTADO FEDERAL, PSOL

“Se nós tivermos a capacidade de estabelecer esse diálogo e estabelecer alguns pontos comuns pra aumentar a nossa força, o encontro será um marco histórico”
PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO,PSOL

“A CSC compreende que vamos avançar com unidade, estabelecer um plano de lutas e colocá-lo em ação. No primeiro mandato de Lula não tínhamos condições de construir essa unidade. E já nos primeiros meses do segundo mandato isso está sendo possível“
GILSON REIS, DA COORDENAÇÃO NACIONAL DA CORRENTE SINDICAL CLASSISTA

“É o aprendizado da convivência de um movimento amplo e das opiniões diferentes. O encontro demonstrou o crescimento dessa compreensão política e a necessidade da unidade. Tratou bem todas as forças presentes, mesmo sabendo que existem diferenças”
SERGIO MIRANDA, EX-DEPUTADO FEDERAL

“Temos de unir os trabalhadores para enfrentar Lula e o imperialismo. Por isso, chamamos a formação do Fórum, para dar continuidade às lutas, fazer greves, ocupações, mobilizações, fechar estradas e ocupar Brasília”
LUIZ CARLOS PRATES, O MANCHA, SINDICATO DOS METALÚRGICOS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP)

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