Luta contra as reformas norteará próximo ano

Embora não tenha conseguido implementar a reforma da Previdência em 2007, o governo Lula vai tentar impô-la de qualquer forma. O ministro e ex-presidente da CUT, Luiz Marinho, afirmou que defende o aumento do tempo de contribuição para 35 anos para as mulheres e 40 anos para os homens, com a manutenção do fator previdenciário. O governo deve enviar o projeto para a aprovação no Congresso. Além disso, pontos da reforma sindical e trabalhista estão sendo impostos de forma fatiada.

Quer dizer, a luta contra as reformas deve dar o tom de 2008. Já em abril, conforme aprovado na reunião entre Conlutas, Intersindical, Pastorais, e demais setores que organizaram a marcha a Brasília do dia 24 de outubro, haverá um grande dia de lutas e paralisações. Só com a intensificação das mobilizações será possível derrotar definitivamente as reformas e o governo Lula.
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