Redação

Os professores da rede municipal de Teresina (PI) estão em greve desde o último dia 10. A categoria reivindica o reajuste de 12,84%, para garantir o cumprimento da Lei do Piso do Magistério.

O prefeito Firmino Filho (PSDB) enviou à Câmara de Vereadores uma proposta em que parcela o reajuste em duas vezes. A primeira parcela de 6,42% para o mês de março, com os retroativos de janeiro e fevereiro. A segunda parcela, também de 6,42%, para o mês de agosto, sem retroativo.

Os trabalhadores da educação rechaçaram essa proposta e defendem que o Piso do Magistério seja pago em sua totalidade, a partir de janeiro. Na última quinta-feira, dia 12, os grevistas ocuparam o plenário da Câmara contra a aprovação da proposta do prefeito. Os professores seguem ocupando a Câmara Municipal. A votação foi remarcada para amanhã, dia 17.

Rede estadual

Já os trabalhadores da educação estadual estão em greve há mais de um mês, também para garantir que o reajuste do piso nacional da educação seja cumprido, bem como, contra a reforma da previdência estadual que taxou as contribuições previdenciárias em 14%, igual a reforma de Bolsonaro.

O governador Welligton Dias (PT) se nega a cumprir com a lei e pagar o piso nacional. O petista quer impor à categoria um pequeno percentual na forma de auxílio alimentação.

O PSTU apoia a greve a educação e exige que o prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), e o governador Welligton Dias (PT) cumpram a lei e paguem o piso nacional da educação.