No dia 24 de março irá se completar na Argentina um novo aniversário do início da ditadura militar. Para os lutadores e ativistas da esquerda daquele país, essa data não é apenas um fato histórico, mas sim uma data de lutas, que serve para manter a memória viva sobre as arbitrariedades que todos os dias golpeiam os trabalhadores.
Recordar as atrocidades cometidas pela ditadura é, portanto, lutar contra a prisão de dezenas de ativistas vítimas da repressão desencadeada pelo governo Nestor Kirchner. Vítimas do desemprego e da miséria provocadas pelos planos do FMI, os trabalhadores são obrigados a ir à luta para manter as mínimas condições de vida, ocupando fábricas e promovendo bloqueios de estradas. Foi justamente isso que seis companheiros de Caleta Olivia fizeram.

Nesse marco, a campanha pela libertação dos ativistas de Caleta Olivia, presos há mais de 4 meses, deve ganhar um grande impulso. “Por um 24 de março sem presos políticos”: esse é o slogan da campanha pela libertação dos companheiros nessa data de lutas. Até agora Kirchner se mantém irredutível. Por isso, é preciso continuar a campanha, ainda com mais empenho, dando seqüência à realização de mobilizações que visam pressionar as autoridades diplomáticas argentinas para que Kirchner liberte os companheiros. Não menos importante é o envio de mensagens de solidariedade aos ativistas presos. Tal atitude representa um inestimável valor para manter a moral e perseverança dos companheiros.

Se você pertence a algum sindicato, entidade estudantil ou outra instituição, envie um telegrama para:

• Presidente, Dr. Néstor Kirchner
[email protected]r

• Juiz Marcelo Martín Bailaque
[email protected]
[email protected]

Envie cópia para:
[email protected]
[email protected]

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