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É inaceitável a quantidade de mortos que enterramos todos os dias durante essa pandemia. É um verdadeiro absurdo que tanta gente morra para uma doença para a qual já existe vacina, e medidas comprovadas para debelar sua disseminação.

Não se trata de um desastre natural, mas resultado de uma política do governo Bolsonaro. Para não prejudicar os lucros dos grandes banqueiros e empresários, e seu projeto eleitoral, o governo pôs em prática uma estratégia de “imunização de rebanho” por contaminação. Em outras palavras: ir contra tudo o que combatesse a pandemia para deixar o vírus se espalhar ao máximo, ao custo das centenas de milhares de mortes, em sua maioria trabalhadores, pobres e negros.

Bolsonaro faz isso sabotando qualquer medida de distanciamento social, desprezando as vacinas, promovendo aglomerações e fazendo propaganda de medicamentos que, ele sabe bem, não serve para a novo coronavírus. Tem como único intuito dar uma falsa sensação de segurança para mandar os trabalhadores à morte. Isso tem um nome: genocídio.

Enquanto isso, o desemprego é recorde, a fome já atinge 20 milhões de brasileiros e a renda dos trabalhadores e dos mais pobres despenca. O governo, por sua vez, concede um arremedo de auxílio-emergencial que não compra metade de uma cesta básica. Ao invés disso, trabalha para retirar ainda mais direitos a fim de despejar a crise nas costas da classe trabalhadora e continuar entregando o país.

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