Dias 14 e 15 de maio, parar e tomar as ruas

`ManifestaçãoA grande tarefa do funcionalismo é construir a paralisação de 48 horas nos dias 14 e 15 de maio, como indicou o CNESF, e tomar as ruas. O dia 15 pode ser de grandes manifestações. Em São Paulo, a paralisação e o ato unificado de professores estaduais, universidades do Estado, escolas técnicas e funcionalismo federal poderá ocupar a Avenida Paulista e ser a maior manifestação sob o governo Lula. O ato pode, inclusive, se converter num marco nacional contra a reforma.

Segundo Ana Luísa, diretora da Federação dos Trabalhadores do Judiciário “A campanha reacionária do governo na TV aumentou em muito a indignação. Em São Paulo, vamos parar o Judiciário nos dias 14 e 15 e vamos às ruas dia 15 com os demais servidores.

O funcionalismo tem disposição de luta e condições para realizar um grande dia de luta agora e depois construir a greve por tempo indeterminado para o período próximo à votação.

Há setores do CNESF mais preocupados em achar aspectos “positivos” nessa reforma do que em mobilizar. Mas os setores combativos não vão vacilar, vão mobilizar e a base do conjunto do funcionalismo vai impor a mobilização. Devemos também unir diversas entidades e preparar um material de massas para se contrapor a essa campanha mentirosa do governo, esclarecer e pedir o apoio dos trabalhadores à nossa luta em defesa da Previdência pública.”

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