Na tarde do dia 13 de novembro, reuniram-se de maneira remota diversos trabalhadores da educação de São Paulo para discutirem o Manifesto do Polo Socialista e Revolucionário. Mais de 40 ativistas, além de militantes de organizações como PSTU, Rebeldia e MRT, estiveram presentes.

Muitos apontaram a dureza dos ataques à educação e as lutas na atual conjuntura, como a greve dos servidores municipais contra a SampaPrev2, a luta por valorização dos agentes de organização escolar do Estado, a luta pela reintegração da professora Cristiane Banhol à prefeitura de Jaú, e a luta dos servidores estaduais contra a PLC26.

Segundo a professora Flávia Bischain, da Executiva Nacional da CSP-Conlutas, “um primeiro ponto muito importante do Manifesto é o chamado à unidade de ação, pela necessidade de botar pra fora Bolsonaro e Mourão já, e não esperar 2022. Esse genocida precisa ser derrubado agora, é um crime deixar que ele siga com suas intenções autoritárias”.

Para o professor Lucas, militante do PSTU na Zona Sul, “uma coisa é a unidade com todas as organizações pelo Fora Bolsonaro. Outra coisa é discutirmos qual a saída da crise para a classe trabalhadora. Não é possível enfrentar a fome, o desemprego e a carestia em um possível governo Lula e Alckimin. Por isso, queremos discutir com os ativistas da educação uma saída socialista para o país!”.

No final do encontro, a professora Veruska convidou a todos para entrar na plataforma do Polo Socialista e divulgar o Manifesto para os contatos nas comunidades escolares. Os ativistas ficaram também de marcar presença na plenária de lançamento do Polo Socialista e Revolucionário na quadra do Sindicato dos Metroviários dia 3 de dezembro!

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Manifesto do Polo Socialista e Revolucionário