Ações radicalizadas contra o ataque

Ativistas bloqueiam estradas e se oferecem como “escudos humanos“

Além da generalização das manifestações de rua, os protestos contra a guerra têm sido marcados por algumas ações que servem como excelentes exemplos da radicalização e da criatividade das massas.
Na Antuérpia, na Bélgica, a população, particularmente os jovens, ocuparam e bloquearam uma das principais pontes da cidade para impedir o avanços das tropas imperialistas que estão se deslocando para o Iraque. Na Inglaterra, trabalhadores ferroviários de Glasgow paralisaram suas atividades, recusando-se a transportar material bélico.
Numa das demonstrações mais impressionantes da indignação que a possibilidade de guerra está provocando ao redor do mundo, jovens, mulheres, idosos e, inclusive, ex-soldados norte-americanos estão se oferecendo como voluntários para serem “escudos humanos” no território iraquiano.
Em vários países árabes, onde a reação contra a guerra é particularmente explosiva e os protestos são constantes, são inúmeros os relatos do enfrentamentos que os manifestantes têm tido com a polícia de seus próprios países.
Já na semana passada, nos Estados Unidos, uma organização chamada MoveOn fez uma campanha via internet para levantar dinheiro para financiar anúncios contra a guerra e, em apenas dois dias, arrecadou cerca de U$ 300 mil.
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