Passadas as eleições, a luta continua. Conheça mais o PSTU!


Um convite especial a você que votou ’16’ neste domingo, ou que simplesmente acha que é preciso lutar para mudar a realidade

Nessas eleições, o PSTU apresentou uma alternativa de classe e socialista para presidente, contra a falsa polarização do PT e PSDB, e também contra a falsa terceira via representada por Marina Silva. Zé Maria enfrentou o boicote dos grandes meios de comunicação, assim como uma lei eleitoral injusta que privilegia os partidos que estão no poder, para apresentar um programa socialista, defendendo um governo sem patrões e um Brasil para os trabalhadores. Uma campanha totalmente financiada pelos trabalhadores, sem dinheiro de bancos e empreiteiras, e com ênfase na classe operária.

Para o PSTU, a eleição é apenas um momento da disputa política na sociedade. E não o mais importante, pois é um terreno da burguesia, um jogo de cartas marcadas em que os candidatos dos bancos e grandes empresas são quem têm chances de vencer. O PSTU utiliza a campanha eleitoral para divulgar um programa socialista para o país, e também para dizer aos trabalhadores que as verdadeiras mudanças virão não das eleições, mas da luta da classe trabalhadora, das greves e mobilizações. Este é o nosso verdadeiro terreno.

A você que acompanhou a campanha do PSTU e votou “16” neste domingo, nosso muito obrigado. Cada voto em Zé Maria e nas candidaturas do PSTU é um voto roubado da burguesia e um ponto de apoio na construção e fortalecimento de uma alternativa de classe, socialista e revolucionária. Passadas as eleições, fazemos um convite especial, assim como a você que não votou no PSTU, mas concordou com o nosso programa e também acha que é preciso lutar para mudar as coisas: Conheça mais o PSTU!

Um partido diferente
O PSTU não é como os demais partidos, que você vê apenas na campanha eleitoral e depois desaparecem. Não somos um partido em que as pessoas entram para “se arrumar na vida”. O PSTU atua cotidianamente na luta dos trabalhadores, nas mobilizações, nos movimentos sociais e estudantis. Nossa luta é todos os dias. Mas qual a necessidade de um partido?

As greves e manifestações são importantes e é através delas que temos conquistas. Mas elas têm um limite. As Jornadas de Junho, por exemplo, fizeram tremer o país e derrubaram o aumento das passagens de ônibus em várias capitais. Mas, depois, o aumento voltou em vários lugares. Uma greve pode conquistar reajuste nos salários, mas logo depois ele é comido pela inflação. É preciso dar um sentido estratégico a essas lutas. E, para nós, a estratégia é acabar com esse sistema injusto em que uma pequena minoria vive às custas da maioria explorada. Acabar com o capitalismo. Não há qualquer possibilidade de um “capitalismo humanizado”, mas tão somente miséria, injustiças e guerras.

O PSTU é um partido socialista, pois só é possível acabar com as mazelas do capitalismo num sistema em que a maioria governe. Se são os trabalhadores que produzem todas as riquezas desse país, por que não são eles quem governam? Não temos nada a ver com as caricaturas de socialismo que existiram na história, como a União Soviética estalinista, a China ou Coreia do Norte. Para nós, socialismo pressupõe uma verdadeira democracia. Não essa democracia hipócrita que temos hoje, que quem manda é quem tem o poder econômico, mas a democracia operária, em que os próprios trabalhadores decidam seus destinos.

O PSTU é um partido revolucionário, pois só com uma revolução será possível tirar a burguesia do poder. As eleições e o parlamento funcionam para manter tudo como está. Os políticos financiados pelos banqueiros e empreiteiras são os que ditam as regras. A Justiça que temos hoje é uma Justiça de classe, que criminaliza os pobres, negros e os que lutam para mudar essa realidade. Uma revolução em que a classe trabalhadora, a juventude e a grande maioria da população se mobilizem e tomem o próprio destino em suas mãos.

O PSTU é um partido democrático. Funcionamos com base no centralismo democrático. O que é isso? Diferentemente de outros partidos, em que os chefes e os parlamentares mandam e os outros obedecem, no PSTU a política é discutida democraticamente entre seus militantes. Diferentes propostas são votadas, e a que ganhar é aplicada pelo conjunto do partido. 

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