Grupo Teatral Trabalhadores da Arte ensaia nova peça

No segundo semestre, grupo estreia Dez dias que abalaram o mundo, espetáculo baseado na obra de John ReedO Grupo Teatral Trabalhadores da Arte recomeça seus trabalhos. No ano passado, o grupo encenou a peça Foices, Facões, Fuzis, que tratava da luta pela terra e pela reforma agrária. O texto da peça foi escrito originalmente por Bertolt Brecht, mas foi adaptado para a realidade brasileira por Cilinha Garcia, que também dirigiu a montagem. A peça fez grande sucesso entre o público e recebeu muitos elogios, inclusive de especialistas em teatro.

Agora o grupo retoma suas atividades, preparando uma nova montagem. Desta vez a peça será Dez Dias que Abalaram o Mundo, uma adaptação do livro de John Reed sobre a Revolução de Russa. Trata-se de uma sequência de cenas representando momentos da revolução, mais propriamente fatos que ocorreram naqueles dez dias decisivos que antecederam a tomada do poder pelo proletariado na Rússia em 1917.

O objetivo do grupo é ter a peça pronta no final do segundo semestre e fazer várias apresentações, sobretudo para nosso público preferencial: a classe trabalhadora. Queremos apresentar a peça nos sindicatos, nos locais de trabalho, nas escolas, nos assentamentos e teatros de bairro. Será uma oportunidade de falar aos trabalhadores sobre a Revolução Russa e o socialismo de uma forma agradável e interessante, através da arte teatral.

O Grupo Teatral Trabalhadores da Arte é formado por pessoas que fazem parte do PSTU e outras que não fazem parte, mas simpatizam com as ideias socialistas, e veem no teatro um caminho para levar a arte para os trabalhadores e para a juventude como forma de diversão e também de despertar a consciência para nossos problemas. O grupo está aberto a todos os interessados.

Qualquer um pode participar, mesmo que não tenha experiência teatral, mas que esteja a fim de aprender. Fazemos um teatro engajado, com muito estudo, responsabilidade e disciplina, porque colocamos nossa arte a serviço da luta contra a privatização da cultura, contra a exploração do homem pelo homem e por um mundo melhor, um mundo socialista.

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