Governo brasileiro serviu aos militares imperialistas

Para servir ao imperialismo, o governo Lula desenvolveu e entregou o projeto Sivam e garantiu a presença militar do Brasil no Haiti, onde as tropas brasileiras fazem o trabalho sujo de Bush. Recentemente, as tropas brasileiras foram denunciadas à Comissão de Direitos Humanos da ONU, por acobertar massacres da polícia haitiana e por cometer abusos contra a população.

Lula, entretanto, pretende aumentar essa “parceria”. Para dar o exemplo, mantém preso o ex-padre Olivério, que é ligado às Farc. O Comando Militar da Amazônia coordenou operações conjuntas na fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, sob o pretexto de combater o narcotráfico. Foram elas: Operação Timbó e a Operação Tapuru. Além disso, os 1,6 mil quilômetros de fronteira com a Colômbia foram reforçados com 1.500 policiais federais. Na cidade de Tabatinga, que faz contato com Letícia, há um batalhão com 8 mil soldados.

O Exército brasileiro também desenvolve o projeto Calha Norte e a Operação Cobra (Colômbia-Brasil), que pretende levar 23 mil soldados, 32 radares, 20 postos de fronteira, 25 aviões Super-tucano e 3 navios patrulha à Amazônia.
Quem supervisiona todas as operações é o general Peter Pace, com 55 anos, ex-combatente do Vietnã, que chefia o Comando Sul.
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