A compra de votos: suborno à luz do dia

Nas eleições de 2002, o PT publicou uma cartilha que continha acusações contra o governo FHC. Eram os “45 Escândalos que marcaram o governo FHC”, que incluíam a compra de votos de congressistas para aprovar a emenda que instituiu a reeleição. FHC, do PSDB, não ficou conhecido como um grande corrupto, mas deu um grande passo para institucionalizar a corrupção, ao subornar deputados para garantir sua reeleição.

Logo que assumiu, o PT decidiu seguir a cartilha. Um exemplo é a compra de votos no Congresso manifestada na votação do salário mínimo. Somente para a primeira votação na Câmara dos Deputados, o governo liberou R$ 300 milhões. Na votação do Senado foram gastos mais R$ 53 milhões. Na segunda votação na Câmara foi denunciado que o governo concedeu cargos e liberou mais recursos para deputados.

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