Organizer Tristan Taylor chants with the crowd in downtown Detroit on Sunday, May 31, 2020, to protest the death of George Floyd in Minneapolis. (David Guralnick/The Detroit News via AP)

Termina um ano que foi marcado pelas consequências da pandemia da Covid-19 e seu impacto na dinâmica da economia e da luta de classes mundiais. Qual é o balanço e quais são as perspectivas?

Este ano que está terminando, começou com uma continuidade de dois processos combinados, que já vinham do ano anterior. O primeiro era uma dinâmica recessiva e descendente da economia mundial [1]. O segundo, uma onda de processos revolucionários e de rebeliões de massas que percorria o mundo, e se manifestava com muita força na América Latina, com destaque para o Chile [2]. Nesse contexto, em fevereiro de 2020, já era evidente a expansão acelerada da pandemia da Covid-19, cujo surto inicial tinha acontecido em uma cidade da China, dois meses antes.

A vida cotidiana pareceu transformar-se em um filme de ficção científica, ao estilo de Mad Max ou Os 12 Macacos: medo de contato com outras pessoas, máscaras faciais para não ser contagiado, confinamento obrigatório e separação de famílias e amigos, desabastecimento de produtos que passaram a ser essenciais, como o álcool em gel…As manchetes habituais dos jornais foram substituídas pelos números de infectados e mortos diários. A dura realidade da classe trabalhadora e do povo se tornava ainda mais dura.

Assustados diante do monstro onipresente que tinham deixado disseminar, o capitalismo imperialista e os governos burgueses adotaram diversas medidas restritivas à circulação de pessoas. Estas medidas foram insuficientes para parar a pandemia (às vezes até para frear um pouco) porque não era parte de uma emergência sanitária nem de uma verdadeira estratégia para combatê-la.

Assim como denunciamos em diversos artigos, foi um combate “com uma mão amarrada”: sistemas de saúde arruinados por décadas, falta de investimentos necessários para realizar testes em massa, milhões de trabalhadores obrigados a irem aos seus locais de trabalho (sendo essenciais ou não), “vista grossa” frente ao descumprimento das medidas sanitárias por parte das empresas… Ao mesmo tempo, com a desculpa de fazer cumprir o isolamento obrigatório, montavam operativos repressivos contra os trabalhadores e o povo enquanto “os ricos e famosos” tinham, de fato, “passe livre” [3].

Outros governos, diretamente “amarraram as duas mãos” com uma criminosa política negacionista sobre a gravidade da situação e sua dinâmica. Foi o caso de Donald Trump nos Estados Unidos e de Jair Bolsonaro no Brasil, que expressaram, em frases parecidas: “nada vai parar por causa da gripe”.

O colapso da economia e os ataques à classe trabalhadora

As medidas restritivas (ainda que insuficientes para derrotar a pandemia) potencializaram ao máximo a dinâmica recessiva da economia mundial que já vinha desde 2019 e provocaram um verdadeiro colapso, com cifras de retrocesso no PIB mundial que não eram vistas desde a crise de 1929 [4].

Como sempre acontece nestas crises, este colapso recaiu sobre as costas da classe trabalhadora e do povo, através de duríssimos ataques e com suas conhecidas consequências: demissões em massa, reduções salariais e eliminação compulsiva de conquistas, fortíssimo aumento da pobreza, da miséria e da fome..

Mas os capitalistas não só descarregavam o custo da crise como também aproveitavam para avançar nos planos mais estratégicos de reestruturação produtiva e de consolidação de um rebaixamento do nível de vida das massas [5].

Enquanto aumentava o sofrimento da classe trabalhadora, os setores mais concentrados do capitalismo imperialista e de outros países obtinham fabulosos lucros, e os burgueses mais ricos do mundo acumulavam diariamente quantidades indecentes, como Jeff Bezos (dono da Amazon) [6].

A “nova normalidade”

Entretanto, se estes setores minoritários lucravam mais do que nunca em meio ao desastre, a burguesia em seu conjunto via diminuir seus lucros.  Por isso, a partir de junho/julho começaram a impulsionar a criminosa política da “nova normalidade”. Isto é, a reabertura cada vez maior das atividades econômicas e a eliminação progressiva das restrições e dos testes massivos.

Esta política da “nova normalidade” mostrou o verdadeiro rosto do capitalismo: a saúde e a vida da classe trabalhadora importavam menos que a recuperação de seus níveis habituais de exploração e lucros. Todos os governos burgueses endossaram esta política, e nisso não se diferenciaram os “negacionistas reacionários” como Trump e Bolsonaro dos “progressistas preocupados” como alguns governos europeus ou de Alberto Fernández-Cristina Kirchner na Argentina

Dissemos que foi uma política criminosa porque sem ter derrotado (em alguns casos nem mesmo freado) a primeira onda da pandemia, se assentaram as bases para uma segunda onda superior e mais letal do que a primeira. As fábricas e outros locais de trabalho, como os meios de transporte público, somado ao descumprimento de verdadeiras medidas de segurança sanitária por parte das empresas, se transformaram em fontes de contágio em massa [7].

Nesse contexto, se produziu o que denominamos de “corrida pela vacina”: a busca de uma vacina eficaz que possa ser de aplicação em massa. Uma corrida que esteve marcada novamente pelas características mais negativas do capitalismo. Por um lado, um investimento real que era pouco para a necessidade e, por outro, uma feroz competição entre empresas e governos para “chegar primeiro” e não uma ação coletiva e cooperativa a nível internacional, como a situação requeria. Novamente, a busca do lucro ou do rendimento político se impunha sobre as necessidades da humanidade [8].

A verdade é que uma vacina eficaz de aplicação em massa é esperada com ansiedade pela burguesia, por interesses que não são “humanitários” e sim mesquinhos. Mas também pela classe trabalhadora que precisa trabalhar com menores riscos para sua saúde e para recuperar seus poucos momentos de lazer.

Nesta questão, os burgueses e seus governos voltam a ser mesquinhos quando se trata de investir na saúde da classe trabalhadora e do povo. Alguns, como o de Jair Bolsonaro no Brasil, se negam diretamente a impulsionar a vacinação. Outros, supostamente “preocupados”, como o da Espanha ou da Argentina, anunciaram planos de vacinação para 2021 muito inferiores à porcentagem de população requerida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para conseguir o que se denomina “imunidade de rebanho” (70%). A exigência de uma vacinação gratuita e obrigatória para todos, em especial para a classe trabalhadora, passa então a ser uma luta de vida ou morte [9].

A verdade é que entre este fim de ano e uma verdadeira vacinação em massa se abre uma “terra de ninguém”, na qual a pandemia ameaça chegar a seus piores picos em muitos países. Assim o apontam, por um lado, os cientistas. Por exemplo, a pneumologista brasileira Margareth Dalcolmo (considerada a maior especialista em Covid-19 no país) declarou : “O Brasil terá o janeiro mais triste de sua história” devido a uma potente segunda onda da pandemia [10]. Por outro lado, um grande burguês muito inteligente como Bill Gates, expressou: “Os próximos 4 ou 6 meses poderão ser os piores nos Estados Unidos” [11].

A dinâmica da economia mundial

Dissemos que o ano de 2020 iniciou com uma dinâmica recessiva e descendente da economia mundial, e que as medidas restritivas adotadas para combater a pandemia (ainda que parciais) provocaram um salto nessa dinâmica. E também, que a política da “nova normalidade”, promovida por empresas e governos, estava destinada a tentar reverter essa dinâmica.

Neste sentido, a partir do ponto de vista da burguesia, essa política teve um êxito parcial. Por um lado, conseguiu uma reversão da dinâmica descendente e o terceiro trimestre de 2020 mostrou indicadores positivos de crescimento do PIB mundial e de quase todos os países. Ao mesmo tempo, essa tendência se manteria em 2021.

Mas foi uma recuperação menor que a queda anterior, e 2020 fechará com saldos negativos para o PIB mundial e da maioria dos países (com exceção da China) e, nas previsões mais otimistas, só em fins de 2021 se recuperariam os níveis de produção de 2019, ano em que, como vimos, era gestada uma nova recessão. Nesse marco, inclusive com esta recuperação, as burguesias preparam e desenvolvem novos e mais duros ataques à classe trabalhadora [12].

As rebeliões antirracistas nos Estados Unidos

A onda de revoluções e rebeliões de massas que percorria o mundo sofreu um impasse com o impacto da pandemia, pelas difíceis condições da classe operária e do povo e pelo risco de contágio que as mobilizações e manifestações implicavam. As massas passaram a ficar na defensiva frente aos ataques da burguesia e das próprias consequências da pandemia. Mas as causas estruturais e políticas que geram suas lutas (agora ainda mais agravadas) não tardaram a voltar a empurrá-las a sair novamente para o combate.

O processo mais explosivo ocorreu nos Estados Unidos com as rebeliões antirracistas – depois do assassinato do jovem George Floyd pela polícia – e seus duros choques com a repressão. A juventude negra atuou como a centelha que incendiou a raiva acumulada de numerosos setores da população explorada, negra, latina e da juventude branca empobrecida.

Estas rebeliões agravaram as rachaduras que um regime político bipartidário deteriorado já mostrava e originaram uma nova situação cujas características foram vistas poucas vezes no país. Foi um processo muito importante por suas repercussões em todo o mundo e por tratar-se da principal potência imperialista do planeta [13]. Ainda que menos visíveis que estas rebeliões, outro processo estava em curso: desde o início da pandemia registrou-se um recorde de conflitos e de greves no país, especialmente no setor da educação e dos serviços e comércio. Lutas que surgiam da base e que refletiam o esgotamento dos trabalhadores pelos baixos salários e a falta de proteção sanitária por parte das empresas [14].

A burguesia estadunidense procurou utilizar a campanha eleitoral presidencial em curso como uma ferramenta para tentar “apagar o incêndio” ou ao menos desviá-lo para o falso caminho das eleições burguesas [15]. Temporariamente conseguiram um primeiro objetivo: o número de eleitores totais (e o de cada candidato de modo individual) foi recorde na história do país.

A burguesia estadunidense também definia qual seria o estilo tático para a tarefa de encerrar a situação descrita e voltar a uma “normalidade” de exploração dos trabalhadores: se o frontal e mais brutal de Trump e dos republicanos ou o mais hipócrita de Joe Biden e dos democratas. Nesse contexto, grande parte da esquerda estadunidense e do mundo caiu na armadilha de chamar a apoiar o “democrático” Biden contra o “fascista” Trump. Por seu lado, as organizações da LIT-QI no país, embora mantivessem seu impulso na luta contra Trump, chamaram a não votar por nenhum dos dois candidatos da burguesia imperialista [16].

Um primeiro triunfo no Chile

O processo revolucionário chileno contra o regime político surgido depois da saída do pinochetismo e sua herança socioeconômica (mantida por todos os governos posteriores, como as miseráveis aposentadorias pagas pelos fundos privados), também sofreu o impasse provocado pela pandemia. Haviam muitos presos políticos como resultado da feroz repressão do governo de Sebastián Piñera. Entretanto, pouco a pouco voltou a se expressar, com mobilizações que ganhavam em massividade e recuperavam espaços simbólicos de luta como a “Praça da Dignidade” [17].

As mobilizações revolucionárias e sua continuidade em 2020 obrigaram o governo de Piñera a convocar um plebiscito que aprovaria ou rechaçaria a convocatória de uma Assembleia Constituinte para elaborar uma nova Constituição. A vitória da aprovação foi esmagadora. Foi um triunfo que só pode ser entendido como uma expressão da dura luta popular, com um alto custo de presos e mortos [18].

Entretanto, ao mesmo tempo em que expressa um grande triunfo, a convocatória da Assembleia Constituinte também representa a armadilha de tentar desviar a revolução para o estéril caminho das eleições burguesas e do parlamentarismo, com a colaboração da esquerda reformista e da burocracia sindical. Frente a essa armadilha, o MIT, seção chilena da LIT-QI, mantém seu chamado à luta para expulsar o assassino Piñera e julgá-lo por seus crimes [19].

Ao mesmo tempo, dialoga com as expectativas das massas nesta Assembleia Constituinte e disputa a sua consciência: apresentará a candidatura independente e revolucionária de María Rivera, dirigente do MIT e reconhecida defensora dos presos políticos. [20] E chama à criação de uma Plataforma Operária e Popular, com uma proposta programática clara, para impulsionar de maneira unitária María Rivera e outros candidatos independentes. [21]

Outros processos de luta

Detivemo-nos nas situações dos Estados Unidos e Chile pela importância que tem no contexto mundial. Mas não são os únicos processos de luta no mundo.

Na América Latina, também é importante nos referir à luta do povo boliviano que derrotou o regime golpista surgido da derrocada de Evo Morales [22]; a tomada do Parlamento da Guatemala por parte dos manifestantes [23]; as numerosas greves e lutas parciais em diversos países, e a continuidade da luta pelo direito ao aborto legal, seguro e gratuito na Argentina [24]. É preciso destacar a situação peruana, na qual as mobilizações populares acabam de derrubar vários governos, e aquele que consegue se manter (o de Francisco Sagasti) não consegue estabilizar a situação [25].

Este retorno das lutas operárias e populares também se manifesta em outras regiões no mundo: na Belarús (uma pequena república muito industrializada independizada após a restauração do capitalismo e da dissolução da ex-União Soviética) os trabalhadores de numerosas fábricas e a juventude saíram às ruas para enfrentar a ditadura pós-estalinista de Aleksandr Lukashenko [26], ainda que agora o processo parece ter retrocedido como resultado da repressão. Em outra república da ex-URSS, em Quirguistão acaba de explodir um processo revolucionário contra o regime, que obteve um primeiro triunfo [27]. Na França, mobilizações juvenis contra a nova Lei de Segurança se enfrentam com a repressão policial [28]. No continente africano, há processos de luta muito importantes na Nigéria e Sudão [29]. No mundo árabe, continua a luta no Líbano e nunca cessa a heroica resistência do povo palestino [30].

Não queremos terminar este panorama, certamente incompleto, sem nos referir, ainda que seja brevemente, ao que está acontecendo na Índia, o segundo país mais populoso do mundo: no final de novembro se realizou uma greve nacional, da qual participaram 250 milhões de trabalhadores, pela revogação dos códigos de trabalho antioperários [31]. Em vários artigos deste site, escritos por militantes da LIT naquele país, apresentamos o contexto em que se produz esta gigantesca ação da classe trabalhadora indiana [32].

Balanço e perspectivas

Este ano 2020 ficará certamente como um triste registro na história contemporânea: a crise econômica e o impacto da pandemia fizeram retroceder enormemente o nível de vida das massas e aumentaram seus sofrimentos para níveis muitas vezes intoleráveis. Mas não se trata só de 2020: é o presente e o futuro que o capitalismo imperialista nos oferece na medida em que não for derrubado em todo o planeta e substituído por um sistema muito mais justo e humano, através da revolução socialista.

A LIT-QI tenta apresentar uma proposta programática que parta das lutas concretas e das necessidades imediatas das massas, e que ajude a avançar nesse caminho, com um “Programa de Emergência contra a pandemia e a crise econômica” [33]. Também reivindicamos aqueles que consideramos nossos mestres e seus ensinamentos, como o Especial que dedicamos a Friedrich Engels (fundador junto com Karl Marx da corrente marxista) no 200° aniversario de seu nascimento [34].

A respeito das perspectivas, vemos uma possibilidade real de retomada da onda de revoluções e rebeliões de massas que vivemos em 2019. Como vimos, já há muitos sintomas disso. A “intolerância” à qual nos referimos é a causa profunda deste prognóstico. Seguramente esta tendência não está determinada de antemão, e muito menos o triunfo dessas revoluções. A burguesia responderá não só com um aumento da repressão como também com as armadilhas da democracia burguesa e, nelas, contará com a colaboração da esquerda reformista e das burocracias sindicais.

Com confiança nas lutas do movimento de massas e no avanço na consciência que estas lutas podem gerar, a LIT-QI coloca suas forças a serviço de impulsioná-las e, nelas, tentar avançar no caminho da construção de direções revolucionárias nacionais e uma direção revolucionária internacional que permita à classe trabalhadora e aos setores populares avançar na perspectiva da revolução socialista em cada país e a nível mundial.

Notas:

[1] Sobre este tema, ver: https://litci.org/pt/estamos-diante-do-inicio-de-uma-nova-recessao-mundial/

[2] Ver, entre outros artigos: https://litci.org/pt/tempos-de-rebeliao/ e https://litci.org/pt/tempos-de-rebeliao-na-america-latina/

[3] Ver, entre outros artigos: https://litci.org/pt/a-pandemia-continua-crescendo/

[4] Ver: https://litci.org/pt/a-recessao-ja-chegou-e-depois/ e https://litci.org/pt/62598-2/

[5] Ver: https://litci.org/pt/um-presente-muito-duro-e-um-futuro-ainda-pior-para-os-trabalhadores/

[6] Ver: https://www.pstu.org.br/em-plena-pandemia-os-ricos-ficam-mais-ricos/ e https://litci.org/pt/brasil-na-pandemia-tragedia-social-aumenta-fortuna-dos-bilionarios/

[7] Ver: https://litci.org/pt/62684-2/

[8] Ver vários artigos publicados sobre este ponto em: https://litci.org/pt/?s=vacina

[9] Sobre este tema, ver a parte específica do artigo citado na nota [7].

[10] https://saude.ig.com.br/2020-12-14/covid-19-brasil-tera-janeiro-mais-triste-de-sua-historia-preve-pneumologista.html

[11] https://www.lanacion.com.ar/el-mundo/coronavirus-bill-gates-los-proximos-4-6-meses-nid2539964

[12] Sobre este tema ver: https://litci.org/pt/62598-2/

[13] Ver, entre outros artigos: https://litci.org/pt/um-processo-revolucionario-sacode-os-eua/ e https://litci.org/pt/o-assassinato-de-george-floyd-percorre-o-mundo/

[14] https://www.smh.com.au/world/north-america/wave-of-1000-strikes-ripples-across-the-us-as-crisis-bites-20200929-p5606t.html?fbclid=IwAR18IEkXZYTySoMSe09REwoKMrokXws-tEgqdPyF7ap4yA8sHkHLDb5GUEM

[15] https://litci.org/pt/estados-unidos-entre-a-rebeliao-negra-e-as-eleicoes/

[16] Ver: https://litci.org/pt/62206-2/ e https://litci.org/pt/62294-2/

[17] Ver: https://litci.org/pt/chile-plaza-dignidad-recuperada-para-manter-e-ampliar-a-luta/ e https://litci.org/pt/chile-18-de-outubro-a-revolucao-continua-viva/

[18] Ver: https://litci.org/pt/62255-2/

[19] Ver: https://litci.org/pt/chile-3/

[20] https://litci.org/pt/chile-5/

[21] https://litci.org/pt/chile-4/

[22] https://litci.org/pt/bolivia-vitoria-esmagadora-contra-o-golpe/

[23] https://www.abc.es/internacional/abci-toma-parlamento-aviva-crisis-politica-guatemala-202011230230_noticia.html?ref=https:%2F%2Fwww.google.com%2F

[24] Ver: https://litci.org/pt/argentina-de-volta-as-ruas-para-um-aborto-legal-seguro-e-gratuito/

[25] Ver: https://litci.org/pt/peru-o-que-vem-depois-do-triunfo-da-luta-juvenil-e-popular/

[26] Ver: https://litci.org/pt/uma-revolucao-sacode-a-bielorrussia/

[27] Ver: https://litci.org/pt/revolucao-no-quirguistao-contra-a-miseria-a-corrupcao-e-a-pilhagem-do-pais/

[28] https://www.pagina12.com.ar/308689-maradona-presente-en-las-movilizaciones-contra-la-nueva-ley-

[29] Sobre a Nigéria, ver https://litci.org/pt/nigeria-2/ e sobre o Sudão https://litci.org/pt/continua-a-revolucao-no-sudao/

[30] Sobre o Líbano, ver https://litci.org/pt/o-que-esta-acontecendo-no-libano/ e sobre a Palestina, entre outros artigos: https://litci.org/pt/contra-a-nakba-continua-resistencia-permanente/   

[31] http://www.industriall-union.org/es/mas-de-250-millones-de-trabajadores-se-unen-a-la-huelga-nacional-en-india

[32] Ver: https://litci.org/pt/declaracao-sobre-a-situacao-politica-na-india/ e https://litci.org/pt/uma-crise-profunda-do-capitalismo-indiano/

[33] https://litci.org/es/wp-content/uploads/2020/08/Programa-de-emergencia-contra-la-pandemia-y-la-crisis-econ%C3%B3mica.pdf

[34] https://litci.org/es/category/menu/especial/200-anos-de-engels/

Tradução: Lilian Enck