Unidade dos povos contra o imperialismo e Uribe

Um grande exemplo de solidariedade internacional dos trabalhadores foi a declaração conjunta assinada pelo PST (Colômbia), MAS (Equador) e UST (Venezuela), chamando a unidade dos povos de seus países para lutar contra o imperialismo e o governo Uribe

Na mais fiel tradição do marxismo revolucionário, a declaração lembra que “os trabalhadores não têm pátria, pois somos obrigados a emigrar em busca de um trabalho digno, como ocorre com os milhões de colombianos que vivem na Venezuela ou Equador. Devemos nos colocar acima das fronteiras e dar uma luta unificada, contra a intervenção imperialista e o governo títere de Uribe”. Confira abaixo alguns trechos da declaração:

O Partido Socialista dos Trabalhadores da Colômbia (PST), o Movimento ao Socialismo de Equador (MAS) e a Unidade Socialista dos Trabalhadores da Venezuela (UST), integrantes da Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional (LIT-QI), propõem aos nossos povos impulsionar a realização de um encontro internacional de emergência, promovido por nossas organizações de massas, como as centrais operárias, as organizações camponesas e indígenas e os setores populares, para acordar nosso repúdio à guerra burguesa e coordenar ações contra os planos burgueses e imperialistas em todos os terrenos, militar, econômico, político e social. Nesse sentido, saudamos o chamado feito por Orlando Chirino, dirigente da União dos Trabalhadores da Venezuela (UNT):

‘Vamos entrar em contato com os dirigentes da CUT e da CGTD da Colômbia, com as organizações sindicais do Equador, em particular os dirigentes das organizações irmãs da indústria petroleira deste país, para que respondamos de forma unificada e do ponto de vista dos trabalhadores, à atual crise gerada pelo crescente intervencionismo do imperialismo e pelas práticas do governo de Álvaro Uribe.’(…)
Só a fraternidade dos trabalhadores pode confrontar o belicismo da burguesia e do imperialismo, para dar passos nas transformações sociais que eliminem as causas mais profundas da exploração, da miséria e da guerra.

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