Os donos do país

Uma pesquisa do jornalista Simón Jesús Urbina revela que 31 grandes grupos econômicos, associados ao imperialismo, controlam a maior parte da economia nacional. Com exceção da PDVSA, são donos de praticamente tudo: bancos, campos, indústrias, meios de comunicações etc. Juntos, somam capitais da ordem de US$ 151 bilhões. Entre eles, estão muitos dos que impulsionaram o golpe de abril de 2002. Chávez não tocou neles. Eles são:

Grupo Pilar: US$ 10 bilhões.
Gustavo e Ricardo Cisneros: US$ 9 bilhões.
Oswaldo Cisneros: US$ 8 bilhões.
José Álvarez Stelling: US$ 8 bilhões.
Familia Wollmer: US$ 8 bilhões.
Familia Delfino: US$ 7 bilhões.
Miguel Ángel Capriles: US$ 6 bilhões.
Armando de Armas: US$ 6 bilhões.
Salomón Cohen: US$ 6 bilhões.
Familia Pizzorini: US$ 5 bilhões.
Hans Neumann: US$ 5 bilhões.
Grupo Central Madeirense: US$ 5 bilhões.
Familia Dimasse: US$ 5 bilhões.
Nelson Mezehane: US$ 5 bilhões.
Julio Sosa Rodríguez: US$ 5 bilhões.
Grupo Phelps: US$ 5 bilhões.
Beto Finol: US$ 4,5 bilhões.
Sixto Martínez: US$ 4 bilhões.
Damilia Domínguez: US$ 4 bilhões.
Familia Veluntini: US$ 3,5 bilhões.
Humberto Petricca: US$ 3,5 bilhões.
Familia Mendoza: US$ 3 bilhões.
Andrés Mata: US$ 3 bilhões.
Luis Ángel Pérez: US$ 3 bilhões.
Celestino Díaz: US$ 3 bilhões.
Iván Darío Maldonado: US$ 3 bilhões.
Nelson Levy: US$ 3 bilhões.
Familia Ulivi: US$ 3 bilhões.
Pablo Cevallos Eraso: US$ 3 bilhões.
Familia Berrizbeitía: US$ 3 bilhões.
Familia Pérez Dupuy: US$ 3 bilhões.

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