Leia depoimentos durante o ato de São Paulo

Plínio de Arruda Sampaio (candidato ao governo de São Paulo pela Frente de Esquerda):
“É importante mostrar, neste ato, a solidariedade do povo brasileiro ao Líbano, que está sendo cruelmente atacado por Israel. Estamos aqui também para demonstrar que não aceitamos esta “inação” do governo brasileiro, exigindo um protesto completamente claro contra esta agressão. Estamos aqui para resgatar esta omissão do governo brasileiro. E é importante lembrar que o ataque ao Líbano tem um responsável, o governo dos Estados Unidos. Nós da Frente de Esquerda não só repudiamos este ataque aqui nesta praça, como também o iremos fazer durante toda a campanha”.

  • Francisco Miraglia (professor da USP e integrante do Instituto de Cultura Árabe):
    “Este ato, convocado pelo Comitê de Solidariedade aos Povos Árabes, que inclui entre outros o PSTU e muitas outras entidades da sociedade civil e entidades libanesas e palestinas, inclusive o Instituto da Cultura Árabe, da qual eu participo. A importância desta manifestação é exigir do governo brasileiro um posicionamento absolutamente claro contra o governo de Israel, para acabar com o ataque ao Líbano e exigir que o governo não assine o acordo do Mercosul com Israel. Basta de violência por parte de Israel. Para darmos continuidade a esta luta é importante consolidar o Comitê, para realizar um trabalho unificado, respeitando as diferenças que existem entre os diferentes povos, diferentes partidos e religiões, para que possamos ter mais força nesta luta, no Brasil e em todo o mundo”.

  • Muna Zen (Comitê Multipartidário de Mulheres em Solidariedade aos Povos Árabes):
    “As mulheres estão vivendo de forma particularmente terrível as conseqüências deste massacre ao povo árabe, perdendo seus filhos, seus companheiros e até sua esperança por conta deste ataque criminoso ao povo árabe”.

    Ato em São Paulo reúne mil pessoas contra os ataques de Israel