Entre em campanha pela libertação de Zé Rainha, Diolinda, Mineirinho e demais sem-terra presos

`AtoAlckmin criminaliza os trabalhadores do campo, mas não pára por aí. Que o digam os sem-teto e os professores. Somente uma grande campanha nacional e internacional poderá tirar Zé Rainha e todos nossos companheiros da prisão, bem como derrotar esta política de criminalização dos movimentos sociais.

Os sindicatos devem produzir cartazes e adesivos pela liberdade dos sem-terra e todos os materiais sindicais devem exigir sua libertação e também que o governo Lula se some a essa campanha.

Devemos realizar uma reunião na Assembléia Legislativa com todos os movimentos sociais e parlamentares dos partido de esquerda para organizar e impulsionar a campanha.
É preciso denunciar o governador Geraldo Alckmin às entidades internacionais de direitos humanos.

E fundamentalmente devemos exigir que o governo Lula deixe de ser cúmplice de Alckmin, demais governadores e dos latifundiários, assuma esta campanha e combata a impunidade.

Envie dax exigindo a imediata libertação dos dirigentes sem-terra e o fim da criminalização dos movimentos sociais:

Ao Exmo Sr. Governador do Estado de São Paulo
Dr. Geraldo Alckmin
Tel-fax- 11-3745-3621

Ao Exmo. Sr. Ministro da Justiça
Dr. Marcio Tomas Bastos
Tel-fax: 61-322-6817

Ao Exmo Sr. Presidente da República
Luís Inácio Lula da Silva
Tel-fax: 61-411-2222

Cresce luta pela terra

Reforma Agrária no Pontal e no Brasil, já!

Segundo relatório da Ouvidoria Agrária Nacional, em sete meses os sem-terra ocuparam 171 propriedades rurais, nos 12 meses do ano passado foram 103 ocupações, enquanto em 2001 foram 158.

A quantidade de acampados também cresce: no início do ano eram 60 mil sem-terra na beira da estrada, hoje são cerca de 140 mil. Só em São Paulo, houve um crescimento de 3 mil para 14 mil.

Não é para menos que o Pontal do Paranapanema seja um dos centros do conflito e uma das áreas mais polarizadas socialmente do país. Existem lá cerca de 400 mil hectares em terras devolutas, exploradas ilegalmente pelos fazendeiros. Por isso, se concentra na área 6 mil assentados e mais 8 mil acampados esperando terra.
Alckmin defende um decreto que regularize as áreas de 500 hectares para os fazendeiros que realizaram grilagem. Ele pretende transformar a região em um centro do latifúndio “produtivo”, do agronegócio e está investindo em infraestrutura na região. Para ele os sem-terra significam um mal a ser extirpado para beneficiar seu projeto empresarial.

BAIXE AQUI O MODELO DO ADESIVO `LIBERDADE AOS PRESOS POLÍTICOS`
(o adesivo possui um espaço para a assinatura das entidades e sindicatos)

  • modelo em 4 cores (.jpg zipado – 287kb)
  • modelo em 2 cores (.jpg zipado – 194kb)

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  • Leia o editorial `Liberdade para os sem-terra`

    Post author Américo Gomes,
    de São Paulo (SP)
    Publication Date