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O PSTU é um partido socialista e revolucionário. Socialista porque defendemos a necessidade de superar o sistema capitalista e construirmos um Brasil e um mundo socialista. Revolucionário porque acreditamos que não é possível fazermos essa mudança através de acordos com a burguesia ou através das instituições deste sistema, deste Estado, desta democracia dos ricos e muito menos de uma ditadura militar. Só uma revolução socialista, apoiada na mobilização e na organização dos trabalhadores e trabalhadoras pode dar fim a este sistema de exploração e opressão e abrir caminho para a construção do socialismo. Para nós o socialismo será mundial ou não será. Por isso o PSTU é parte e constrói uma organização revolucionária mundial, a Liga internacional dos Trabalhadores – LIT.

Não é possível reformar o sistema capitalista

O que está dito acima expressa a principal diferença entre o PSTU e os demais partidos, inclusive alguns que se reivindicam da classe trabalhadora, mas que defendem apenas reformas no sistema capitalista, como o PT, o PCdoB e o PSOL. Não é possível reformar o sistema capitalista de maneira a atender os interesses da classe trabalhadora.

Em toda a história da humanidade, nunca se produziu tanta riqueza, conhecimento cientifico, inovação tecnológica como vemos nos dias atuais. No entanto, no capitalismo, nada disso está a serviço de melhorar a vida da população. Tudo está a serviço do lucro cada vez maior, de um pequeno grupo (cada vez menor) de banqueiros e grandes empresários que controlam a economia em todo o planeta.

E isso é da natureza do sistema capitalista. A socialização do processo de produção nessa sociedade possibilita os avanços imensos na produção de riqueza e conhecimento. No entanto, a apropriação privada dessa mesma produção, concentra nas mãos de cada vez menos banqueiros e empresários todo o fruto do trabalho de todos e todas que trabalham nessa sociedade. É da expropriação do fruto do trabalho alheio, da exploração e opressão da classe trabalhadora que vive o capitalismo.

Daí surge a desigualdade, a injustiça, a humilhação, a violência que atinge e martiriza a vida, cada vez mais, de uma parcela cada vez maior da humanidade. É por ter essa natureza que o capitalismo se alimenta, e perpetua, por outro lado, o machismo, o racismo, a discriminação contra as pessoas LGBT, a xenofobia, a opressão aos povos indígenas, quilombolas e inúmeras nacionalidades pelo mundo afora.

Na época de decadência do capitalismo em que vivemos – sua fase imperialista, onde se exacerbam o domínio dos grandes monopólios e oligopólios que controlam a economia no mundo, têm os Estados a seu serviço e submetem governos à sua vontade – é ainda mais impossível reformar este sistema para assegurar qualquer melhoria significativa e duradoura para as condições de vida da classe trabalhadora e do povo pobre.

Os trabalhadores precisam assumir o controle do poder político no país

A grande contradição nisso tudo é que vivemos em um mundo e, especialmente em um país, o Brasil, que é muito rico. Que tem plenas condições de atender todas as necessidades de sua população para que todos possam viver dignamente. Para isso é preciso colocar a serviço de atender as necessidades de todos e todas que trabalham, os recursos que o país tem e a toda a riqueza produzida pelo trabalho.

É preciso para isso abolir a grande propriedade privada, nacionalizar as terras e colocar tudo isso sob controle dos trabalhadores e dos setores oprimidos. Isso é necessário para que se possa planejar democraticamente – com a participação e decisão dos trabalhadores e oprimidos – a economia do país, de acordo com as necessidades e interesses da classe trabalhadora, dos setores populares, oprimidos e da juventude, ou seja, da imensa maioria da população do país. Decidir como utilizar os recursos naturais do país, protegendo o meio ambiente, junto com e respeitando os povos da floresta e as comunidades estabelecidas. Decidir o que será produzido, e como, ao utilizar a capacidade produtiva do país. A libertação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores e da sua auto-organização.

E mudanças assim só serão possíveis se os trabalhadores, especialmente a classe operária e o povo pobre assumirem o controle do poder político e governarem o país através de Conselhos ou Comitês Populares, instituindo uma nova forma de organização da sociedade e uma verdadeira democracia. Esses são os passos iniciais da construção de uma sociedade socialista. Cabe ressaltar que o socialismo que defendemos é o socialismo de Marx, de Lenin, que não tem nada a ver com regimes burgueses como o da Venezuela, que não passa de um capitalismo mal disfarçado, ou com os regimes estalinistas (China, Cuba) que, no passado foram uma ditadura contra o povo para defender os interesses de uma casta burocrática e, hoje, ditaduras a serviço diretamente do capital.

Uma sociedade que não estará mais voltada para o lucro e a acumulação de capital de uma ínfima minoria de bilionários; uma sociedade que, ao colocar fim na desigualdade e na injustiça que caracteriza o capitalismo vai criar as condições para acabar também com toda forma de discriminação e opressão contra negros e negras, indígenas e povos da Floresta, as mulheres, as pessoas LGBT, a xenofobia, as desigualdades regionais. Vai permitir promover o avanço da ciência e da cultura e proteger o meio ambiente e o planeta; abrindo caminho para a construção de um mundo comunista onde todas e todos possamos viver plenamente. Como seres humanos que somos, e não como escravos de banqueiros e grandes empresários como o capitalismo nos quer.

Elevar a consciência e a organização independente dos trabalhadores

Para que a classe trabalhadora assuma o controle do poder político e governe a sociedade, de forma a tornar possíveis todas essas mudanças, é que precisamos fazer uma revolução socialista. Esta por sua vez depende do avanço na consciência, na auto-organização e da mobilização da classe trabalhadora e de todos os setores explorados e oprimidos nesta sociedade. E depende de a classe trabalhadora, no momento decisivo da sua luta para assumir o controle da sociedade, poder contar com uma organização revolucionária, que possa conduzi-la à vitória e à necessária transformação da sociedade. Sem essa ferramenta, um partido revolucionário, nacional e internacional, não é possível vencer.

É para isso que construímos o PSTU, e a Liga Internacional dos Trabalhadores. Como instrumentos da luta dos explorados e oprimidos, para elevar sua consciência, estimular sua auto-organização e sua mobilização, para que tomem o poder e governem o país, abrindo caminho para a edificação do socialismo e do comunismo.

Realizar esse sonho – de libertação da classe trabalhadora de toda forma de exploração e opressão – é a razão de ser do PSTU. Se você compartilha desse mesmo sonho, junte-se a nós. E vamos, juntos, transformar esse sonho em realidade.

Venha para o PSTU!

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O que é o PSTU

O PSTU é um partido formado por membros ativos da classe trabalhadora, que carregam consigo o programa do socialismo. Buscamos atuar nas cidades, no campo, nos bairros, nas periferias, nas empresas e, principalmente, na classe operária.

O que é o socialismo

O socialismo é a proposta de que os trabalhadores podem governar diretamente a sociedade e a economia, através da democracia operária. Isto é, decidindo coletivamente tudo o que precisa ser produzido e como deve ser distribuído, para que sejam atendidas todas as demandas da população. Não apenas aquelas do estômago, mas também as do espírito. A libertação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores e da sua auto-organização.

Fim do capitalismo

Em todos os países do planeta, as riquezas são produzidas não para o bem-estar da população, mas para serem vendidas no mercado e garantir lucros para os donos de tudo. O mercado é algo irracional que regula a produção. Por exemplo, na pandemia, enquanto a humanidade precisava de saúde, empresas produziam carros e celulares. O sistema mundial que organiza as nações entre países imperialistas e países oprimidos e explorados, vem destruindo o mundo e as condições de vida da classe trabalhadora. Revoluções e revoltas vem acontecendo em vários cantos do mundo, inclusive nos países imperialistas. Se tivéssemos um partido revolucionário capaz de organizar a luta dos explorados no mundo, teríamos condições de pôr fim ao capitalismo. Não estamos falando de um sonho, mas de uma necessidade. Por isso, queremos conversar com mais pessoas como você que está lendo, a se organizar no partido revolucionário.

Lutamos contra os partidos da direita capitalista

A direita são os políticos que defendem as propostas que satisfazem os grandes empresários. Já a ultradireita, defende aplicar os planos dos grandes empresários pela volta da ditadura militar e acabar com liberdades democráticas aos trabalhadores. Ambos defendem a ordem dos ricos e o progresso dos lucros da elite, uma “ricocracia”. Querem o estado mínimo para os trabalhadores nos negando a pouca saúde, educação e seguridade que conquistamos com nossa luta. Para os ricos querem o estado máximo que protege os ricos nas crises e beneficiam os banqueiros e grandes empresários em seus orçamentos. Querem mais mercado para que ele possa nos explorar mais.

Nos enfrentamos contra a esquerda reformista

No Brasil, a esquerda reformista são os políticos que supostamente defendem reformas na democracia dos ricos. Se aliam com os grandes empresários, nacionais e estrangeiros. A esquerda reformista por mais que diga defender os trabalhadores, no máximo, tem uma visão de gerir o Estado para o melhor funcionamento do mercado e garantir o bom funcionamento dos negócios capitalistas. Este projeto sempre leva os trabalhadores a ficarem reféns de um ou outro setor da burguesia. Não ajuda a acabar com o Estado capitalista e toda sua opressão e exploração. Na verdade, serve à burguesia que, às vezes, precisa dessa alternativa reformista para seguir dominando. Assim, enganam as organizações dos trabalhadores que passam a apoiar esse Estado e os capitalistas.

A luta diária

O PSTU atua em diversos movimentos da classe trabalhadora, movimento por moradia, como o Luta Popular; no movimento sindical, através dos sindicatos dos trabalhadores da cidade e do campo e, também, na Central Sindical e Popular (CSP Conlutas); nos movimentos de lutas contra a opressão e a exploração, como o Movimento Mulheres em Luta (MML), Quilombo Raça e Classe, o movimento LGBTI, Sindicatos; no movimento estudantil e de juventude da periferia, através do Coletivo Rebeldia – Juventude da Revolução Socialista; nos acampamentos rurais, nos quilombos e terras indígenas.

Nossa luta é cotidiana, onde cada membro participa de acordo com suas possibilidades.
Cada uma dessas lutas, unidas à teoria revolucionária, revela para os trabalhadores a oposição entre seus interesses e os interesses dos super-ricos e dos governos.

Os socialistas devem ser os melhores lutadores para que possam mostrar que as lutas econômicas e melhores condições de vida, servem, para amenizar o drama pela sobrevivência, mas não servem para resolver nossos problemas de vez. Por isso, fazemos reuniões, cursos e formações políticas para educar a consciência e mostrar que o socialismo é possível e necessário para vivermos com dignidade sem precisar lutar todos os dias. Fora destas lutas, a teoria socialista também é uma ferramenta em nossas mãos para levar adiante uma partícula do futuro comunista da humanidade.

Por que participamos das eleições?

Os marxistas revolucionários não acreditam que a transformação da sociedade será feita por dentro do sistema capitalismo e do jogo viciado das eleições. Uma transformação da sociedade só pode ser feita por uma revolução. Mas não subestimam a importância das eleições para apresentar o programa revolucionário, fortalecer a luta dos trabalhadores, eleger parlamentares revolucionários e organizar o partido revolucionário.

Toda campanha dos revolucionários nas eleições deve ser voltada à denúncia da democracia dos ricos, do capitalismo e ao fortalecimento das lutas diretas das massas. As lutas, as greves, as ocupações de terras e mobilizações de rua podem mudar a vida dos trabalhadores e da juventude, não as eleições.

Não basta sabermos que a eleição burguesa é um jogo viciado. É preciso convencer as massas disso. O que só pode ser feito por meio de uma forte luta política, e pelas experiências dos próprios trabalhadores com o regime. Nossa tarefa nas eleições é desmascarar esse regime e chamar os trabalhadores a lutar por uma outra sociedade, sem oprimidos e explorados: uma sociedade socialista!

A luta contra as opressões

Somos um partido de homens e mulheres da classe trabalhadora da cidade e do campo. Somos negros e negras, LGBTI, quilombolas e indígenas. Construímos um partido internacional que luta contra a xenofobia, o machismo e o racismo e a LGBTIfobia. Um partido que, como diz a revolucionária Rosa Luxemburgo, luta “por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres”.

O que pensamos sobre as experiências socialista do Século 20

A experiência de todas as revoluções dos trabalhadores e trabalhadoras são muito importantes, desde a experiência da Comuna de Paris (1871), passando pela Revolução Russa (1917) até a Revolução Chinesa (1949) e Cubana (1959). A maior e com maior impacto mundial, foi a Revolução Russa de 1917. Ela mostrou que para a vitória de uma revolução socialista precisamos de um partido revolucionário e que a vitória de uma revolução em um país, é apenas o primeiro passo: o socialismo será mundial ou será destruído pelo resto do mundo capitalista.

O socialismo que o defendemos é o oposto do socialismo defendido por Stálin e seus seguidores, que burocratizou e degenerou as revoluções socialistas do século 20. Os stalinistas, como casta burocrática, tiveram como programa trair as revoluções em curso, degenerando as conquistas, fazendo alianças com os capitalistas, ao ponto de levarem a restauração do capitalismo nos estados que as revoluções foram vitoriosas. Por isso, a luta contra a burocratização é parte da nossa luta pelo socialismo.

Veja o caso de Cuba, apesar do revolucionário Che, da reforma agrária e da expropriação da burguesia, o partido de Fidel ergue uma ditadura que dura até hoje e restaurou o capitalismo, com seus dirigentes virando os novos burgueses. O mesmo se passou na China.

Internacionalismo

O capitalismo é internacional e a luta contra ele também deve ser. As experiências revolucionárias de cada país podem servir de lição para os trabalhadores dos outros países. Sendo assim, estamos ligados a trabalhadores de vários países do mundo, através da Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional (LIT-QI). Queremos unir todos aqueles que ainda defendem a revolução socialista no mundo, através de suas organizações políticas.

 

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