Ativistas contam porque entraram no PSTU

“Como ativista sindical, fiquei perdido numa assembléia da categoria, daí senti a necessidade de me posicionar politicamente. Por conhecer a coerência dos metroviários do PSTU e as posições defendidas no Opinião Socialista, em especial sobre o Lula, e pela política de formar uma central de massas, decidi ingressar no PSTU.”
ADELSON, metroviário

“No PSTU percebemos uma preocupação grande em relação à democracia partidária e, apesar de todas as dificuldades, o combate à burocracia e a afirmação da democracia operária no partido é tão forte que mesmo um recém-chegado consegue ver seu êxito e ter certeza que podemos construir o partido coletivamente.”
MARCELO E LUCIANA, professores de São Paulo

“Minha saída do PSOL foi um processo de muita reflexão. Após cinco meses no PSTU, vejo que foi uma escolha muito acertada. O partido, com sua formação de militantes, centralismo democrático e inserção nas lutas dos estudantes e trabalhadores é hoje o principal pólo da construção do socialismo no Brasil.”
“BOB”, de Campinas, ex- militante do Rosa do Povo – PSOL

“A construção do partido é uma das tarefas centrais para os socialistas revolucionários. Mas não é qualquer partido que constroem os socialistas, mas um partido que tenha capacidade de elaborar, intervir e de se auto-criticar. São estes os motivos que me fazem construir o PSTU.”
RENATO, de Campinas, ex-militante do Resistência Popular

“É importante a mulher se organizar para que se liberte da opressão que ocorre diariamente, muitas vezes em casa pelo marido. Meu marido às vezes não compreende, mas procuro explicar que estou aprendendo e conhecendo melhor através do partido.”
Nazaré, operária da construção civil de Belém (PA)

“Entrei no PSTU por ser o único que de fato se prepara para transformar a sociedade. Isso ficou claro em dois momentos: quando não abriu mão de sua concepção de partido centralizado e não ingressou no PSOL; e depois, por sua política de construção da Conlutas.”
KÁTIA, metroviária e ex-militante do PSOL

“Sou metroviário desde 2002, militei no PCdoB, que dirige o sindicato, mas no dia-a-dia apesar de se dizer de esquerda percebi que tinham uma política vacilante na hora de defender a categoria, e via que os militantes do PSTU, ao contrário estavam sempre na linha de frente das lutas.”
Raimundo, metroviário e ex-militante do PCdoB

“Ingressamos no PSTU para nos somarmos aos lutadores combativos de nosso país, na perspectiva de darmos passos concretos para a construção da Revolução Socialista mundial”.
ANA PAGAMUNICI, presidente do Sismmar e ex-CAS, organização política que aderiu ao PSTU

“É o único partido em que de fato confio, o único que tem objetivo na revolução socialista. A marcha a Brasília me emocionou e pensei: este partido é capaz de fazer revolução e dirigir a classe trabalhadora”.
Paulinho, dirigente da Oposição Metalúrgica de Niterói


“Durante as eleições para o sindicato tive contato com os militantes do PSTU e fui conhecendo a política e a estrutura do partido. Li as cartilhas e os jornais que me vendiam, aceitei fazer a experiência e fui me identificando cada vez mais com outros militantes que dedicavam suas vidas ao partido. Estou feliz por fazer parte desse grupo de revolucionários, onde cada dia eu aprendo novas lições no dia-a-dia ou através dos nossos estudos.”

Wilson, o “Nem”, do sindicato dos mineiros de Congonhas e Ouro Preto

Post author
Publication Date