A estratégia de poder das trabalhadoras é o socialismo

Dilma assumiu o governo em meio a uma crise econômica internacional, mas contou com um período de crescimento econômico no país, que está sofrendo uma desaceleração e pode levar o país a condições piores. Dilma não vai hesitar em atacar ainda mais os trabalhadores e as trabalhadoras, porque a sua estratégia de poder é o capitalismo e seguirá utilizando seu governo para mantê-lo.

O capitalismo é perverso para as trabalhadoras, nega-lhes direitos fundamentais. Não há igualdade salarial, direitos, saúde, educação, assistência à saúde e à maternidade. A vida das mulheres vale o quanto elas podem gerar de lucro. E aos seus filhos, o único direito assegurado é o de ser explorado.

As mulheres trabalhadoras só terão definitivamente atendidas suas demandas e só conquistarão sua liberdade realmente se construírem uma nova sociedade. A estratégia passa por destruir este sistema e construir o socialismo, uma sociedade sem classes e sem opressão. Isso possibilitará a construção de creches, lavanderias, refeitórios coletivos que possibilitarão a libertação da mulher do trabalho doméstico.

Possibilitará a igualdade de direitos jurídicos e democráticos em relação ao casamento, divórcio e aborto. Assim também, com a superação da miséria e a generalização da educação se poderá acabar com a prostituição.

Nesse caminho, burguesas estão separadas das trabalhadoras, umas contra as outras porque a manutenção da vida das que exploram significa a piora das exploradas. Por isso, a unidade não será com o gênero, mas com a classe, com os homens e mulheres trabalhadores. Só assim, poderão definitivamente conquistar o poder.

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