Gervásio Santos & Egmar Júnior

Gervásio Santos, 54 anos, é uma militante dedicado totalmente a luta dos trabalhadores e dos setores oprimidos pelo capitalismo. Nascido em Parnaíba, mora em Teresina desde os 14 anos.

Iniciou a sua militância na juventude socialista, quando fez parte da Convergência Socialista, então uma corrente interna do PT, que foi expulsa em 1992 por não aceitar a política de aliança do PT com os partidos patronais, política esta que levou à degeneração e a corrupção do PT. Essa ruptura deu origem ao PSTU, partido que nunca aceitou se aliar com os patrões e os capitalistas.

Gervásio Santos é formado em História pela UFPI. Atualmente é professor da rede oficial de ensino da Prefeitura de Teresina.

Fez parte da Executiva Estadual da Central Sindical e Popular, a CSP Conlutas no Estado do Piauí e leva junto com as organizações da classe trabalhadora uma luta sem tréguas contra toda forma de opressão, principalmente aquelas representadas pelo machismo, racismo, homofobia.

No momento participa do Movimento Luta Popular ativamente na defesa de uma moradia digna aos trabalhadores e o direito da posse de terras pelos moradores em ocupações na zona norte da cidade. E enfrenta as políticas de ataques à classe trabalhadora pelos os governos Bolsonaro, Wellington Dias (PT) e Firmino Filho (PSDB).

As candidaturas do PSTU lutarão por um programa socialista, apoiado nos conselhos populares e farão parte da campanha nacional dos trabalhadores pelo FORA BOLSONARO E MOURÃO.

Egmar Júnior nasceu em Santa Maria da Vitória, Bahia, no dia 02 de janeiro de 1979. Chegou ao Piauí em 1994 para morar em Teresina, onde vive até hoje. Formado em Filosofia pela UFPI, em História pela UESPI e mestrado em Ciência Política pela UFPI. Admirador da arte, da literatura e da cultura. Já ganhou festival de cantores também na juventude. É integrante da banda de Rock “Selvagens Urbanos”. Entrou na política nos meados da década de 1990.Em 1995 foi diretor do Centro Académico de Filosofia da UFPI. No campo partidário foi filiado ao PCdoB de 1996-1997, rompeu por conta de sua concepção e regime e também por conta da política de conciliação de classe, a exemplo do governo estadual do PMDB-PCdoB no final da década de 1990 no Piauí. Atuando no movimento sindical desde 2011, atualmente é coordenador licenciado de comunicação do SINDIFPI em sua segunda gestão. Entrou no PSTU no final de 1997 e é militante desse partido até os dias atuais. Foi candidato pelo PSTU a deputado estadual em 2006. Atualmente é professor de carreira no IFPI na área de filosofia.