Se organizar direitinho, a gente acaba com o capitalismo

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Fotos Romerito Pontes

Ao longo da história, muitos grupos que se dizem de esquerda traíram o movimento, atrapalhando as lutas e se aliando com os poderosos. Isto mostra que não devemos julgar as pessoas pelo que dizem de si próprias, mas pelo que fazem. Mas é preciso uma organização política coerente porque sozinhos no capitalismo ninguém muda nada. Não tenham dúvida que é por isso que hoje querem aprovar o projeto Escola sem Partido, apoiado por setores reacionários como Bolsonaro. Que tipo de organização então é preciso para lutar contra o capitalismo? Com certeza nada parecido com o PT, UJS ou o PSOL.

As insurreições e revoluções ocorrem no capitalismo porque chega um momento em que o povo não aguenta mais os absurdos do capitalismo e se rebela. Vimos isso nas revoluções recentes do mundo árabe. E uma pontinha disso no Brasil em junho de 2013. Mas porque elas não acabaram com o capitalismo? Justamente porque faltou uma organização revolucionária apoiada por grande parte dos trabalhadores e operários.

Por isso a organização da juventude deve ser revolucionária, socialista, internacionalista e em apoio aos trabalhadores. Uma organização que lute contra a burguesia, seus governos e também contra as organizações traidoras.

Uma organização revolucionaria da juventude deve ser radicalmente democrática, mas atuar unificadamente como uma pessoa só. A discussão coletiva e acatar a opinião da maioria é um bom primeiro passo. Mas devemos ir além, discutindo seus grandes objetivos.

Capa da revista R

Esta revista nasceu para ser um instrumento que ajude a criação desta organização de juventude! Vamos preparar reuniões nas escolas, nas faculdades ou nos locais de moradia! Já estão se formando vários coletivos, grupos, movimentos em varias partes do país através da atuação da juventude do PSTU. Vamos juntar a galera para discutir os próximos passos da luta, também um programa revolucionário e como nos organizamos! Entre em contato conosco!

Texto originalmente publicado na Revista R