Rio de Janeiro: por uma cidade para os trabalhadores

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O PSTU lançou a pré-candidatura de Cyro Garcia à prefeitura e de Marília Macedo para vice. Eles vão defender “Fora todos eles, vão com Paes!”. É uma alternativa operária, revolucionária e socialista. Leia o manifesto.

Vivemos a maior crise política e econômica do país. A calamidade pública em que se encontra o Rio de Janeiro e também o nosso país é responsabilidade de anos dos governos do PMDB, PT, PSDB etc. que favorecem banqueiros, multinacionais, empreiteiros e políticos corruptos.
 
Hoje, o nosso estado concentra o maior contingente dos mais de 12 milhões de desempregados do Brasil. O custo de vida disparou, os serviços públicos estão sucateados, e a corrupção é generalizada. Nesse contexto, os trabalhadores, as mulheres, a juventude pobre e negra e os LGBTs são os mais sacrificados, vítimas do desemprego, do arrocho salarial, da violência e da discriminação.
 
Fora Temer, fora todos eles… Fora Dornelles, Pezão e vão com Paes! Unificar as lutas rumo à greve geral!
O governo Temer (PMDB) e os empresários querem dar continuidade ao ajuste fiscal iniciado pelo governo Dilma (PT) para pagar a dívida aos banqueiros nacionais e internacionais, que consome cerca de 45% do Orçamento Geral da União. Assim, preparam uma série de ataques aos direitos dos trabalhadores, como a reforma da Previdência, que aumenta a idade para aposentaria, e o PL 257, que ataca os serviços públicos e extingue a estabilidade dos servidores públicos. Para isso, contam com o apoio do Congresso corrupto, do governo estadual, da prefeitura do Rio, de partidos e políticos envolvidos nos escândalos de corrupção que assolam o país.
 
Os trabalhadores e a juventude não aceitam pagar pela crise. A insatisfação popular é enorme. Desde junho de 2013, lutas, greves e ocupações crescem em todo o país.Sabemos que não podemos ter ilusões no Congresso Nacional, que se transformou num balcão de negócios, nem na Assembleia Legislativa, na Câmara Municipal e em políticos corruptos em geral. Só a organização e a mobilização dos trabalhadores, dos servidores públicos e da juventude podem garantir nossos direitos.
 
A heróica greve dos profissionais de educação do Rio de Janeiro e as ocupações de escolas pelos estudantes demonstram que não aceitamos nenhum direito a menos e que as tentativas de criminalização não intimidam os movimentos sociais.
 
Para barrar esses ataque e derrotar o ajuste fiscal e todas as ameaças aos nossos direitos, é necessário ir além. É fundamental seguir o exemplo dos trabalhadores franceses, que estão em pé de guerra contra a reforma trabalhista do governo Fraçois Hollande. É preciso unificar as lutas e construir uma grande greve geral para botar pra fora Temer, Renan, Aécio, Bolsonaro. Botar para fora todos eles, barrar seus planos de ajustes e exigir eleições gerais sob novas regras. Chega desse sistema corrupto e desigual, que só produz miséria e opressão. É preciso mudar tudo isso que está aí para garantir emprego, salário digno, saúde, educação, transportes e moradia para todos.
 
Olimpíadas da desigualdade e da violência: bilhões para ricos e corruptos, miséria e repressão para os trabalhadores
Na Cidade Olímpica, para os ricos, bilhões. Para os trabalhadores, fome, miséria e repressão. O legado olímpico vai custar muito caro para os trabalhadores e para o povo. Segundo a Autoridade Pública Olímpica (APO), os custos das Olimpíadas Rio 2016 aumentaram em mais R$ 400 milhões e já totalizam R$ 39,1 bilhões. Com isso, aumenta em muito a dívida do Rio de Janeiro, que ,segundo a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), é o município mais endividado do país. 
 
O estado do Rio vive uma verdadeira calamidade pública com os governos Dornelles/Pezão, que não tiveram escrúpulos ao gastar cerca de R$ 19 bilhões na Linha 4 do Metrô, muito acima do orçamento inicial de R$ 879 bilhões informado pela Secretaria Estadual de Transportes.Enquanto isso, para servidores públicos, aposentados, pensionistas e terceirizados, deram outro tratamento: parcelamento dos vencimentos e proventos e não pagamento dos salários.
 
Os recursos públicos gastos com os jogos olímpicos poderiam solucionar a crise pela qual passa a saúde, a educação e os transportes. Mas isso não é prioridade para esses governos que fazem obras superfaturadas de qualidade duvidosa para favorecer grandes empresas e empreiteiras.
 
Para garantir seus lucrativos negócios, os governos removem comunidades, cercam favelas sob pretexto de proteção ao meio ambiente e, sobretudo, com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). Eles têm sido responsáveis por uma verdadeira chacina da população pobre e negra, principalmente dos mais jovens.
 
Os megaeventos saqueiam cofres públicos, como comprova a Operação Saqueador, da Polícia Federal. Aconstrutora Delta, responsável pela reforma do Maracanã para a Copa do Mundo, faturou quase R$ 11 bilhões só com verbas públicas – 96% de todo o faturamento da empresa – entre 2007 e 2012. Segundo a denúncia, a Delta fazia parte de uma organização criminosa que desviou R$ 370 milhões de dinheiro público para pagar propina, sendo notórias as estreitas ligações do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), com o empresário Fernando Cavendish, dono da empreiteira.
 
Não é a toa que, conforme pesquisa do Datafolha, para 63% dos brasileiros a Olimpíada vai trazer mais prejuízos do que benefícios e, assim, cresce, em todo o lado, a defesa do “Fora Dornelles, Pezão e vão com Paes”, pois os trabalhadores precisam de um governo sem patrões e sem corruptos.
 
Crivella, Romário, Pedro Paulo e Bolsonaro são farinhas do mesmo saco: representantes de banqueiros e empreiteiros
Os trabalhadores e o povo não podem confiar no Congresso, na Câmara Municipal e em políticos corruptos. Muito menos na Justiça dos patrões e em seus candidatos. 
 
Crivella (PRB), Romário (PSB), Pedro Paulo (PMDB) e Bolsonaro (PSC) são todos candidatos que representam os interesses dos banqueiros, empreiteiros e grande empresas.Seus partidos estão envolvidos em escândalos de corrupção. Por isso, todos estavam juntos na coligação que elegeu Eduardo Paes (PMDB) para a prefeitura e também são responsáveis pelo caos em que se encontra o Rio de Janeiro.
 
Nenhum deles merecem o voto dos trabalhadores. Pedro Paulo, candidato de Paes, apoiou Dilma e é reconhecido agressor de sua ex-mulher. Crivella é membro da bancada evangélica, que é reconhecida por uma atuação fundamentalista, intolerante e machista, que se opôs à distribuição do kit anti-homofobia nas escolas. Bolsonaro (PSC), reconhecidamente de ultradireita, defende uma saída autoritária e antidemocrática para a crise que vive o país.
 
Somente com mobilização e organização dos trabalhadores e da juventude podemos fazer avançar a luta pela construção de uma Cidade para os Trabalhadores. Só um governo socialista, apoiado em conselhos populares pode colocar o poder nas mãos dos trabalhadores e dos mais explorados para que discutam e decidam que medidas tomar para superar os graves problemas que afligem a população.
 
Por um Governo Socialista dos Trabalhadores apoiado em Conselhos Populares para garantir empregos, salários, saúde, educação, transportes e moradia
Uma cidade para os trabalhadores e todos os setores explorados e oprimidos da sociedade só será possível se mudar tudo isso que está aí. As mudanças que o povo quer não virão de reformas neste sistema corrupto e apodrecido, que só produz miséria, desemprego e desigualdades sociais, mas sim das lutas dos trabalhadores e da juventude e de um governo dos trabalhadores sem empresários e sem corruptos.
 
Os trabalhadores que constroem as riquezas da cidade e do país podem e devem governar a partir de um programa operário e socialista para solucionar a grave crise pela qual passa o Rio de Janeiro e o país.
 
Uma prefeitura socialista dos trabalhadores deve inverter as prioridades em favor dos trabalhadores e do povo pobre e estar a serviço de seu interesses, a começar por romper com os banqueiros, suspender o pagamento das dívidas, exigir auditoria da dívida pública, dizer não à Lei de Responsabilidade Fiscal, que é um mecanismo de corte de gastos sociais, por fim à privatização e à terceirização dos serviços públicos e cancelar os contratos com as Organizações Sociais (OS), estatizar os transportes coletivos e colocá-los sob controle dos trabalhadores e reduzir e congelar as tarifas rumo à tarifa zero.
 
Para isso, nas eleições, é preciso, primeiramente, uma candidatura alternativa dos trabalhadores, que seja independente dos patrões, de governos e corruptos, que apoie e impulsione a unificação das lutas, greves e ocupações rumo à greve geral para barrar o ajuste fiscal e avançar na construção de novas ferramentas de luta como a CSP-Conlutas, SOS Emprego, a ANEL etc. Só com a mobilização podemos construir organismos, como conselhos populares, para que os de baixo possam governar. Vamos nos inspirar nos exemplos das assembleias populares da Argentina e na Assembleia dos Povos do Equador, que foram importantes experiências de construção de poder dos trabalhadores.
 
Por uma alternativa socialista dos trabalhadores!
Defendemos uma candidatura socialista dos trabalhadores que seja oposição categórica aos governos do PMDB (Paes, Dorneles/Pezão, Temer) e à direita tradicional, colocando a campanha a serviço da luta contra cada um dos ataques desses senhores. Mas uma candidatura que não só apoie e impulsione a luta pelo “Fora Temer”, mas também pelo “Fora Todos eles”. Não adianta tirar Temer e defender o “Volta Dilma”, que governou também para banqueiros e corruptos.
 
O governo Dilma encaminhou as medidas do ajuste fiscal que agora Temer quer implementar. No Rio, o PT se aliou ao PMDB e elegeu o governo Paes, no qual teve a vice-prefeitura, assim como a própria Dilma escolheu Temer como seu vice. Ou seja, em vez de escolher o lado dos trabalhadores, o PT deu as mãos aos empresários e corruptos.
 
Uma candidatura socialista dos trabalhadores tem de rechaçar explicitamente a política dos governos do PT de colaboração com os banqueiros, empreiteiros e corruptos, que levou o país a uma enorme crise econômica com mais de 12 milhões de desempregados e, agora, está totalmente envolvido nos escândalos de corrupção.
 
Não basta, como setores de esquerda defendem,unir os ativistas numa campanha pelo “Fora Temer”. Precisamos ir além, precisamos defender o “Fora todos eles”, romper com os banqueiros, empreiteiros e grandes empresas e apresentar um programa operário e socialista.
 
Precisamos apresentar um programa que possa resolver, efetivamente, os graves problemas sociais, a começar pela suspensão do pagamento das dívidas, pelo fim da Lei de Responsabilidade Fiscal, fim das privatizações e terceirizações dos serviços públicos, anulação dos contratos e fim das OS, mais verbas para saúde, educação e creches públicas, estatização das empresas que demitirem sob controle dos trabalhadores, redução da jornada de trabalho sem redução de salários, plano de obras públicas para combater o desemprego, estatização dos transportes coletivos, redução e congelamento das tarifas, passe livre para estudantes e desempregados rumo à tarifa zero, não à privatização do Pré-sal por uma Petrobras 100% estatal sob controle dos trabalhadores, abaixo o racismo, o machismo e a homofobia, não à todas as formas de discriminação e opressão, trabalho igual salário igual, não criminalização do aborto, fim das UPPs, desmilitarização da PM e legalização das drogas, entre outras medidas.
 
Para defender esse programa, é preciso uma candidatura independente dos trabalhadores que não faça coligação com partidos de empresários e corruptos, que não pegue dinheiro de empresas para a campanha eleitoral para, dessa forma, fazer um contraponto ao vale-tudo em que se transformaram as eleições e ao qual o PT sucumbiu.
 
Só dessa maneira teremos verdadeiramente uma alternativa socialista dos trabalhadores, se não for assim, não representará uma unidade honesta dos trabalhadores e da juventude por uma alternativa contra os patrões e corruptos.
 
Uma polêmica com Freixo e o PSOL: cidade para os trabalhadores só se romper com empresários e corruptos!
A esquerda precisa tirar lições da degeneração do PT, senão vamos a novos PTs. Muitos valorosos ativistas nutrem enormes expectativas na candidatura de Marcelo Freixo (PSOL) pelo grande peso eleitoral que adquiriu. Porém consideramos que a esquerda não pode pautar a atuação nas eleições na obtenção de votos a qualquer custo como fez o PT. A esquerda precisa pautar sua atuação pela apresentação de um programa operário e socialista para disputar e conscientizar os trabalhadores e a juventude.
 
O PSOL, ao apresentar um programa que não rompe com os banqueiros, as empreiteiras e as grandes empresas e que defende pequenas reformas no sistema, nesta democracia dos ricos, caminha no sentido de repetir os mesmos erros do PT. Nesses marcos, a ampliação da política de alianças como se opera para as próximas eleições, conforme decisão da Executiva Nacional do PSOL ao propor ser “aglutinador dos eleitores progressistas”, leva a novos governos de colaboração com os empresários como ocorreu nos governos do PT.
 
O programa apresentado pelo pré-candidato Freixo, “se a cidade fosse nossa” ou, como apresentado a nós em reunião, “por uma cidade mais barata” segue a mesma lógica do PT de “governar para todos”. Não adianta apresentar um programa palatável que não rompe com bancos, grandes empresas e esse sistema corrupto, e repetir a tragédia dos governos do PT. Para mudar, será necessário enfrentar interesses. Sem enfrentar o grande empresariado das construtoras e da máfia dos transportes não haverá mudanças.
 
Infelizmente, no dia 3 de junho, realizou-se reunião entre o pré-candidato Freixo com os pré-candidatos Jandira Feghali (PCdoB) e Alessandro Molon (Rede), lideranças partidárias e movimentos sociais para discutir alternativas para o Rio de Janeiro e firmar acordo que foi sintetizado no texto intitulado “Sobre a União das Esquerdas”. O pré-acordo firmado por Freixo, projetando uma eventual aliança com PCdoB e Rede, demonstra que o pré-candidato do PSOL não medirá esforços para chegar ao segundo turno, repetindo a mesma lógica que degenerou o PT.
 
Não nos surpreende a posição de Freixo, uma vez que, contra o suposto golpe, cometeu um grave erro e subiu nos palanques do PT para defender a governabilidade de Dilma. Dilma e o PT falam de golpe para tentar esconder suas mazelas e recompor suas bases que se desiludiram com seu desastroso governo. O PT, ao invés de governar para os trabalhadores, governou para banqueiros, empresários e corruptos, continuou a aplicação da política econômica neoliberal e manteve as desigualdades sociais do país.
 
O afastamento de Dilma (PT) da Presidência da República e de Eduardo Cunha (PMDB) da Câmara de Deputados é produto da enorme crise política e da insatisfação popular com a crise econômica, a corrupção e com os governos que nada fazem pelos trabalhadores. A perda de apoio popular levou ao impeachment de um governo que não tinha mais as mínimas condições de governabilidade para impor o ajuste que tentava aplicar a favor dos empresários.
 
Mas não é de se estranhar que o pré-candidato do PSOL chame isso de esquerda, já que em todo o país o PSOL caminha para alianças cada vez mais amplas. Em Porto Alegre, por exemplo, o PSOL quer incluir a Rede, que é um partido patronal, na proposta de Frente de Esquerda que está sendo discutida com PSTU, PCB, PCR. Já em São Paulo, o PSOL lançou Erundina como pré-candidata à prefeitura, sendo que todos sabem que, em 2004, ela encabeçou chapa à prefeitura pelo PSB, cujo candidato a vice-prefeito foi o presidente em exercício hoje, Michel Temer.
 
Parece-nos que o pré-candidato do PSOL incorre num grave equívoco no critério utilizado para escolher seus aliados e segue os mesmos passos do PT: ampliar o leque de alianças para se eleger a qualquer custo, mesmo que contrário à vontade das bases que não foram consultadas. Chamamos os lutadores a questionarem essas estranhas alianças, e PSOL e Freixo a reverem tais posições.
 
Nenhuma aliança com Molon (Rede) e Jandira (PCdoB)!
Os trabalhadores não podem se deixar enganar. O PCdoB se retirou do governo municipal de Paes (PMDB) há apenas um mês. Só não apoia o pré-candidato Pedro Paulo (PMDB) porque este votou a favor do impeachment de Dilma, apesar de ser assumidamente espancador de mulher. Jandira Feghali, pré-candidata a prefeita pelo PCdoB, está envolvida na operação Lava Jato conforme depoimento de Sergio Machado (ex-presidente da Transpetro).
 
É inegável que o PCdoB há anos abandonou qualquer referência de classe. Tendo ou não recebido esse dinheiro vindo da corrupção, o fato é que se alia a setores patronais para ganhar as eleições, setores que agora cobram um preço muito alto. A crise da indústria naval do Rio é outro trágico exemplo dessa nefasta aliança que deixou milhares de desempregados sem qualquer resistência do PCdoB, que dirige o Sindicato dos Metalúrgicos, e não apoiou a justa ocupação do Estaleiro Inhaúma por parte dos operários.
 
Tampouco se pode ter ilusão em Molon, da Rede, que é um partido patronal, de Marina Silva, que apoiou Aécio Neves no segundo turno das últimas eleições presidenciais. A Rede é financiada diretamente pelo Banco Itaú-Unibanco, da família Setubal, pelo agronegócio e pela Natura. A Rede é, portanto, mais uma das variantes de partido patronal disfarçado de popular.
 
A principal dirigente, Marina Silva, na última campanha eleitoral à presidência, cedeu às pressões de setores fundamentalistas e machistas, vetando em seu programa a proposta de distribuição do kit anti-homofobia nas escolas. Foi pelo seu ministério que foi aprovada a lei dos transgênicos. Como se não bastasse, Marina também pode estar envolvida num caso de caixa dois na campanha de 2010 conforme revelado na operação Lava Jato pela delação premiada de Léo Pinheiro, sócio da OAS.
 
CYRO GARCIA e MARÍLIA MACEDO: sempre na luta dos trabalhadores e pelo socialismo!
O PSTU-RJ apresenta as pré-candidaturas de Cyro Garcia e Marília Macedo a serviço de um programa por uma Cidade para os Trabalhadores. Cyro e Marília são reconhecidos lutadores das causas sociais e militantes socialistas. Apoiar as pré-candidaturas de Cyro e Marília fortalece a luta pela construção de uma alternativa revolucionária e socialista para a cidade e para o país.
 
Chega de exploração e opressão! Chamamos todos os lutadores que estão nas greves e ocupações: vamos botar nas ruas o “Fora Temer, fora todos eles” e construir a greve geral, mas vamos juntos também empunhar a bandeira da revolução socialista e lutar por um governo dos trabalhadores apoiado em conselhos populares.
 
As lutas que ocorrem no Rio de Janeiro, no país e em todo o mundo tendem a se aprofundar e exigem que seja retomado o horizonte da revolução socialista. É preciso avançar a construção de um partido revolucionário, operário e socialista.O PSTU é um partido revolucionário e socialista que, há 22 anos, está nas lutas dos trabalhadores e da juventude!
 
Venha empunhar esta bandeira,uma bandeira sem manchas!
 
Esse é o caminho da verdadeira transformação social.