Na TV, PSTU defenderá saída classista e socialista para crise econômica e política que vive o país

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Imagem de divulgação do programa nas redes sociais

O programa partidário do PSTU vai ao nesta quinta-feira, às 20h no rádio e às 20h30 em rede nacional de Televisão, horário de Brasília

Nesta quinta-feira, dia 21 de janeiro, vai ao ar em rede nacional de rádio e televisão o programa partidário do PSTU. Em um momento em que a grande maioria da população é penalizada pela crise econômica, enfrentando a inflação, retirada de direitos e o desemprego, o partido vai dizer que é preciso botar para fora Dilma, Cunha, Temer, Aécio e esse Congresso Nacional de corruptos. “Fora todos eles”, dirá o partido em rede nacional de televisão.

PT, PMDB e PSDB brigam para ver quem vai governar o país, mas estão do mesmo lado na hora de aplicar o ajuste fiscal contra os trabalhadores. Segundo o PSTU, desde o governo federal aos governos estaduais e municipais, a exemplo do Governo Alckmin (PSDB) em São Paulo e de Pezão (PMDB) no Rio de Janeiro, a conta da crise econômica é jogada para os trabalhadores pagarem.

Eles defendem a mesma coisa. Atacam as aposentadorias, aumentam os preços, são responsáveis pelas demissões. Nenhum desses lados representa a classe trabalhadora”, afirmará o PSTU na TV.

O PSTU vai defender uma saída da classe trabalhadora para a crise econômica e política que vive o país. E também a necessidade de construir novas organizações da classe trabalhadora, independentes do governo e do PSDB, para lutar. “A classe trabalhadora, a juventude e os setores populares estão lutando muito. É necessário e possível unir todas estas lutas, fazer uma greve geral para fazer os ricos pagarem pela crise e não os trabalhadores. A classe trabalhadora não deve apoiar nem Dilma, Aécio, Cunha e nem Temer. Fora todos eles! Eleições Gerais já! Construir nas lutas um governo socialista dos trabalhadores, formado por Conselhos Populares”, defenderá o PSTU.

Amanda Gurgel, professora e a mais votada vereadora da história de Natal (RN), denunciará a democracia dos ricos, defenderá mandatos revogáveis para os políticos e o fim dos seus privilégios. Todo político deve ganhar o mesmo salário de uma professora ou de um operário. O povo deve ter o direito de tirar do poder o político que prometeu e não cumpriu, sem ter que esperar quatro anos”, vai propor Amanda.

Ao final do programa, o presidente Nacional do PSTU, Zé Maria, convidará os trabalhadores e trabalhadoras a conhecerem o PSTU, um partido diferente, uma organização que está na luta do povo brasileiro. “Os trabalhadores precisam de um partido que organize a classe trabalhadora. Mas não para ser outro PT, que só pensa em eleição, alianças e Congresso Nacional. Um partido que tem de priorizar a luta dos trabalhadores. Que não pague a dívida aos banqueiros, estatize os bancos e reestatize, sob controle dos trabalhadores, as empresas privatizadas e proíba remessa de lucros para o exterior”, conclui o metalúrgico que foi candidato à presidência da República em 2014 pelo partido.

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