Dia Nacional de Luta e Paralisações entra em comunidade pacificada no Rio

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Movimento teve apoio dos moradores

Marcha conquistou a ampla simpatia dos moradores da comunidade do Jacarezinho

 
No Jacarezinho, Rio de Janeiro, comunidade que tem uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) desde o início do ano, ativistas da CSP-Conlutas, da associação de moradores local (Amoja) e outras entidades e organizações fizeram uma caminhada pela comunidade, dialogando com a população sobre a necessidade de se organizar para lutar por melhores condições de vida. Para Rumba Gabriel, presidente da Amoja, em pleno século 21, a comunidade reivindica necessidades básicas, como esgoto: “É uma barbaridade, um absurdo! Enquanto eles gastam milhões com estádios de futebol para a Copa do Mundo, deixam a gente com saúde e educação falidas”, disse.
 
Para a tarde de hoje, está programada uma panfletagem na Central do Brasil, às 15h, e um ato unificado das centrais sindicais juntamente com categorias em luta, às 17h. A concentração será na Candelária.


 
O Dia Nacional de Paralisações foi organizado pelas centrais sindicais (CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, UGT, NCST e CGTB) e o MST. O dia começou com paralisações em importantes categorias de trabalhadores pelo país, como rodoviários em BH, metalúrgicos da GM em São José dos Campos-SP, mineradores da CSN e Vale em Mariana-MG, construção civil em Fortaleza e Belém, profissionais de educação do RJ, trabalhadores do Comperj em Itaboraí-RJ, entre outros.

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